domingo, 11 de agosto de 2013

Espanhóis confraternizam na Figueira da Foz há mais de meio século sem interrupções!

O restaurante Tahiti, que terá sido inaugurado na metade do século passado, recebeu e começou a organizar uns apreciados petiscos e alegres jantaradas para a comunidade espanhola nos fins dos anos 50. E havia um sábado de agosto, em geral o segundo ou terceiro, que aquele grupo de casais do país vizinho se reunia para a habitual sardinhada, entrecosto, febras, bom ‘tintol’ português e animação espanhola, isto no espaço ajardinado do restaurante com o teto ‘forrado’ por trepadeiras a preservar a frescura. Poucos anos depois eram já diversos os grupos de espanhóis que ali se reuniam: uns de Ciudad Rodrigo, outros de Salamanca, Vigo, Cáceres, Badajoz, Salamanca, etc. 
É sabido o tradicional ‘apego’ que a comunidade espanhola tem pela nossa cidade. Assim não é de estranhar, segundo nos contaram alguns espanhóis e o proprietário João, que anos depois tivessem começado a vir os filhos, netos e até bisnetos, agora já adultos, e continuado a tradição do tal habitual almoço que nunca teve interrupção no decorrer dos anos! Neste grupo, provavelmente o pioneiro, estiveram presentes alguns elementos de famílias de outros tempos, bem conhecidas dos figueirenses: António Barreno, Carlos Orio Zasala, António Bardaji, Alfonso Ambel, Zé Maria Llera, Nene Duran, Diego Godoy e Javier Galindo. 
Tal e qual como aconteceu mais uma vez neste sábado, ininterruptamente há mais de 50 anos, no local habitual. E OLÉ! 

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