quarta-feira, 16 de julho de 2014

O banco com cariz e o banco sem verniz

Em março de 2013, e para assinalar o Dia Mundial da Poesia, a edilidade local propôs-se homenagear alguns poetas figueirenses, fazendo escrever no espaldar de alguns bancos públicos alguns dos seus mais famosos versos de poemas. 
 Uma “ideia boa e barata”, como escrevemos na altura! 
Ora este ano foram escritos mais uns poemas noutros tantos espaldares de bancos que foram lixados e envernizados para o efeito, mas lamentavelmente, e tal como o ano passado, deixando os assentos destes na mesma, ou seja, sujos, sem os lixar nem envernizar, causando um deplorável contraste visual. 
Isto para além da maioria dos bancos da cidade necessitarem de manutenção, sob o risco de, daqui a um ou dois anos, as madeiras ‘apodrecerem’ e depois não haver ‘verniz’ que as salvem e terem de ser substituídas!

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