domingo, 23 de outubro de 2016

Prédios sem manutenção ou em ruína descaracterizam (aínda +) o Bairro Novo

Não basta haver lojas, restaurantes e cafés fechados, não haver cinemas, não haver bilhares, ou seja, não haver animação de espécie alguma (por exemplo, noutros anos já se viam um ou dois carrinhos a assar castanhas junto ao Casino, este ano nem vê-los!...)!  
Enfim, a isto junta-se agora a falta de pintura nalguns prédios (na 1ª foto um exemplo em pleno ‘picadeiro’) ou a ruina de outros (na 2ª foto) na rua Miguel Bombarda, onde já se adivinha a continuação de futuras quedas de pedras, que fazem perigar, para além dos carros que ali estacionam, também as pessoas que por ali possam estar a circular. Se um destes casos acontecer, depois de quem é a culpa? Do “xêdas”!? (Não liguem a esta coisa do “xêdas”, é calão antigo dos tempos da Escola Comercial e Industrial da Figueira da Foz)! 
E estes são “só” dois meros exemplos de um todo! Há mais por aí!

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