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segunda-feira, 22 de junho de 2026

Perdeu-se a Feira do São João da Figueira da Foz – A quem a encontrar pede-se que... enfim, que não faça nada, pois agora também não vale a pena! E murmure: “-Ó balha-me Deus!”

Feira do São João com os seus tradicionais carrosséis giratórios, carrinhos de choque, aviões voadores, jogos como o atirar de bolas de trapo a latas, entre outros, barraquinhas de artigos tradicionais, cheiro a farturas e churros acabadas de fritar, pipocas quentes, algodão doce...

Mais uma tradição que, incompreensivelmente, desapareceu das Festas da Cidade da Figueira da Foz. 

Podem dizer que há um equipamento similar em Buarcos... e muito bem, mas em Buarcos celebra-se o São Pedro e não o São João! Este é celebrado e integrado nas – repetimos – Festas da Cidade da Figueira da Foz... que (e espera-se que só este ano) não vai ter a sua Feira Popular!

10 comentários:

  1. É mais uma vergonha, qualquer dia não existe a Freguesia de S. Julião.E por aqui me fico antes que saia asneira

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    1. Então a culpa não era da Rosa, e com a separação S. Julião voltaria a ser o lugar dos amanhãs que cantam?
      Até o presidente eleito, sendo um feroz opositor do presidente de câmara, seria garantia de reivindicação e vindicação dos anos de estagnação.
      Afinal, mesmo sendo a Rosa uma nulidade, S. Julião e Buarcos separados, são o mesmo que Buarco e D. Julião juntos.
      Diz o Valter Hugo mãe, "a ignorância perdeu o pidor.".
      Concordo.

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  2. Aqui declaro: tinha muita muitas esperanças na nova S Julião ! A freguesia perdeu com a união. Mas, o Renascimento da nova S Julião, tarda. Não é só o aspecto das festas, é a festa diária… ou seja, o cuidar da limpeza, recolocar árvores cortadas ou caídas (expl de meses R Alexandre Herculano), passadeiras sem tinta, reforçar apoios a idosos, pressionar para que haja uma solução no parque infantil do centro…

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  3. Escusam de vir com piadas. A demonstração dos mandatos da D Rosa foi zero para s Julião. Este novo presidente vai ter que dar ao pedal a dobrar. E mostrar que tem força política junto da câmara.

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    1. A gestão de Buarcos/S. Julião e agora de S. Julião, ponto, Buarcos, é que é a verdadeira piada. A Rosa mostrou que uma associação de bairro e uma junta são duas cenas diferentes.
      Buarcos elegeu a Rosa novamente, e isso diz muito mais sobre os Buarqueiros do que sobre ela.
      O Rascão irá andar distraído com as lides partidárias, irá arranjar umas desculpas para a continuação da miséria de S. Julião e, mais grave, prometeu aquilo que sabia não poder dar aos fregueses. Se alegar que não sabia, então os Figueirenses elegeram um ingénuo.
      Quanto ao que cada freguesia perdeu, o resultado factual é: AMBAS!
      Quem não reconhece isto, devia sair de casa e andar pelas duas freguesias, presumondo que saibam os limites de cada uma delas.

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  4. Moro no bairro novo e aqui o tempo parou, nos mandatos da senhora. Mas, com o novo cavalheiro também ainda não vimos nada. Onde está a qualidade de vida prometida?

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    1. O Grande Eucalipto, seca tudo à volta.
      Os autarcas das freguesias deviam fazer uma formação com o Joaquim de Sousa.
      Ele é que sabe como conseguir levar as sardinhas todas ao seu naco de broa.
      A Rosa e o Rascão são uns escoteiros que nem rifas saberiam vender.
      S. Julião e Buarcos só terão aquilo que o presidente quiser.
      Mas ouvi dizer que " não lhe apetece ser presidente de câmara" ( desta ).
      Boa viagem.

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  5. Estes textos só existem porque as pessoas sentem as suas terras e querem melhor vida. A união foi um erro e está corrigida. Mas, há aspectos em que Buarcos deu o salto (e bem). Dou um exemplo: a feira do livro. A feira estava desterrada num espaço acanhado, cheiro a mofo e pouco visível. Hoje, a feira é um êxito! Está num espaço visível, amplo, com luz e ar. Ganhou e bem quem teve visão. Deixo uma sugestão: podem melhorar o espaço de encontro de escritor/leitores, por exemplo fazer um acordo com uma marca de café e colocar uma máquina de distribuição de bebidas. Uma conversa com uma bica, vai melhor…

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    1. Tudo o que melhore, mesmo que não consensual, é bem-vindo.
      Mas uma feira do livro pontual, apesar de louvável e útil, não é indicador de qualquer melhoria estrutural na freguesia.
      A esse nível, Buarcos tem muito para fazer, e os últimos 5 anos, com e sem união, foram um marasmo.
      As juntas usam a quase totalidade do seu orçamento para despesa corrente, ou seja, ordenados. Compete a um bom presidente de junta pressionar ou influenciar para que a respectiva câmara reconheça prioridades e lhes dê seguimento e cabimento orçamental. A Rosa é da cor do presidente ( agora, talvez não ) e devia ser capaz de o fazer perceber que Buarcos está mal amanhado. Não o tem conseguido, e se fosse vertocal, punha o lugar à disposição, explicando aos fregueses que não faz porque não tem meios nem influência.
      Voltamos ao início: uma feira do livro é bem vinda e especialmente útil numa altura de tanta ignorância, mas não dá mais qualidade de vida aos fregueses.

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    2. E dou-lhe razão quando escreve que os textos que aqui se encontram ( a maior parte ) é de gente que quer o bem da sua terra porque cá vivem e criticam ( com razão ) decisões e omissões que em nada beneficiam a terra ou, mais fundamental, quem cá está a todo o tempo.

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