"Naquele caso é muito estranho que a Capitania não tenha feito a interdição do canal com os perigos que lá estavam identificados (...). Falta aqui um arguido, que é a Capitania", disse hoje em tribunal António Churro, que, à data dos factos, era adjunto da delegação Centro do Instituto Portuário e de Transportes Marítimos (IPTM).
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