Como autor de O Palhetas na Foz não podia deixar de aqui falar na primeira pessoa – o que, em mais de 16 anos de existência deste meu site, não terá acontecido mais que meia dúzia de vezes - para salientar e agradecer a deferência que o conceituado jornal O Figueirense, um dos mais antigos do país (inaugurado há mais de cem anos, em junho de 1919) teve para comigo ao realizar uma reportagem onde percorreu a minha vida de jornalista, atividade que nunca exerci como profissional mas sim como colaborador, ou freelancer, onde me iniciei em 1975, no jornal semanal A Voz da Figueira, e onde colaborei até 2001.
Para além do jornal O Figueirense no seu todo, os agradecimentos - porque são justos - vão para o atual diretor António Jorge Lé, que com a sua carolice mantém o título e o jornal no ativo, agora mensalmente, e à jornalista Beatriz Jordão que teve a “paciência” de me aturar largos minutos, o que me valeu uma página inteirinha!
Grato também às muitas pessoas que me manifestaram apreço pela reportagem, publicada nesta edição de O Figueirense de 28 de outubro.
Merecido! Trabalho isento, profissional e atento. Objectivo: a Figueira e o seu passado, presente e futuro. Todos amamos esta terra. Parabens.
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