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sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Hino de São Julião vai ser regravado: Junta de Freguesia tem agendada audição de músicos para o que será “um símbolo de esperança e união para o futuro”

A Junta de Freguesia de São Julião informa que terá lugar no Auditório Afonso Ernesto de Barros - Misericórdia Obra da Figueira, no dia 27 de setembro, uma audição de músicos, integrada no processo de regravação do Hino de São Julião.

Procuram-se músicos de clarinete, flauta, saxofone, trompete, trompa, trombone, tuba, bombardino e percussão (incluindo tímpanos).

“Na sequência da desagregação da União das Freguesias de Buarcos e São Julião e da reposição da autonomia da Freguesia de São Julião, o Executivo da Junta de Freguesia entendeu assinalar este momento histórico através da reedição do Hino da Freguesia de São Julião. Mais do que recuperar uma composição musical, esta iniciativa pretende reafirmar a identidade, a história e o sentimento de pertença da comunidade, valorizando um símbolo que faz parte do património imaterial da freguesia. O projeto contempla a interpretação e gravação do hino, permitindo preservar e divulgar este importante legado para as gerações atuais e futuras, reforçando o orgulho de ser são-julianense e assinalando um novo ciclo na vida da freguesia.

A reedição do Hino da Freguesia de São Julião constitui, assim, uma homenagem ao passado, um compromisso com o presente e um símbolo de esperança e união para o futuro.”

A letra é de António Jorge Lé e a música de Paulo Loureiro:
São Julião da Figueira / Mesmo que queira / Não sabe mentir…

Nasce em Janeiro / De cada ano / … Que há-de vir!

Olhou a Figueira / Esqueceu-se d’areia / Da Serra… do mar

Encontrou a beleza / Qu’a natureza / Lhe soube dar…

Do Bairro Novo à Estação / No Viso… em todas as ruas

No Jardim olhou o verde / Das tradições que são tuas

Da Praça Nova ao Pinhal / Passou p’lo Vale… do chafariz!

Do Monte olhou o Mondego… / Que disse em segredo: vai p’ra Matriz!

Olhou a Figueira / Esqueceu-se d’areia / Da serra… do mar…

Subiu a Ladeira / Entrou na Igreja / E foi p’ró altar!”

7 comentários:

  1. Gostei da letra. Para mim não é novidade, porque NUNCA escrevi Buarcos antes de Figueira da Foz. Nasci e daqui quero partir quando chegar o meu bilhete carimbado

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  2. Ó António, publique lá o contraditório!
    Ou está do lado dos imbecis que fazem comentários a denegrir Buarcos?

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  3. Fico contente por São Julião estar a recuperar dos vários anos em que perdeu protagonismo. Também nasci em São Julião e nada me dá mais prazer que ver iniciativas que o façam crescer.

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  4. A gravação do hino faz crescer? Eu estou cá e não vejo esse milagre.
    Vejo sijodade, casas, passeios, ruas, estradas, espaços verdes, tudo degradado, mas não vejo crescimento.
    Há comentários que são um hino à asneira por um lado, e um hino à realidade alternativa por outro.
    Valhanosdeus!

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  5. O anónimo do dia 19 devia rever melhor a sua escrita para não dar tantos erros gramaticais e ortográficos…deve ser do nervosismo por não perceber a intenção de determinadas iniciativas. Valha-nos Deus!!!

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    Respostas
    1. Deve ser da falta de estudos.
      Há tanto comentadeiro assim.
      E pior do que os erros, é a imbecilidade do conteúdo ou o a absoluta falta de adesão à realidade.
      Não é o seu caso, claro.
      Um hino é um hino, e nada faz mais pelo progresso dos fregueses do que uma cantoria bem estruturada.
      Já diz o povo "quem canta, seus males espanta".
      Na Figueira e em S. Julião especialmente, há muita coisa para espantar ( com duplo significado do termo ).

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    2. Quem não distingue um lapso de escrita de um erro ortográfico e aponta erros gramaticais onde eles não se vislumbram, é com certeza ( não, não é "concerteza" ) o anónimo de 21.
      Ilustrativamente, não o li a rebater os argumentos da sujidade e seguintes, mas sim a enaltecer os méritos de uma iniciativa sobre a qual apenas foi questionado de que forma fazia "crescer" a freguesia de S. Julião.
      Se tiver algum argumento, explane, se não ( e não "senão" ), deixe o teclado para quem vê a realidade como ela é e não como quer que ela seja.
      Tudo isto, obviamente, com o devido respeito.

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