O Juiz decide na Figueira da Foz: Aprovado o decreto-lei para a instalação dos Julgado da Paz na cidade... e para que servem!?
A
Figueira da Foz deu esta semana mais um passo para a instalação de
um Julgado da Paz, alargando assim a sua rede de justiça de
proximidade e reforçando o recurso a meios alternativos para
resolução de litígios.
Segundo
o Diário As Beiras de hoje, na passada quinta-feira, em sede de
conselho de ministros, o Governo liderado por Luís Montenegro
aprovou um decreto-lei que cria o Julgado da Paz da Figueira da Foz.
Este novo “tribunal” vai abranger todo o concelho,
disponibilizando aos cidadãos e às empresas “um mecanismo mais
célere para a resolução de conflitos, através da intervenção do
juiz de paz e de serviços de mediação”.
O
Julgado da Paz da Figueira da Foz vai ser instalado na antiga Casa
dos Magistrados, o imóvel que estava destinado aos juízes em
serviço na comarca, situado na praceta Nogueira de Carvalho, na zona
do Viso.
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Os
Julgados de Paz têm competência para apreciar e decidir ações
declarativas cíveis, com exceção das que envolvam matérias de
direito da família, direito das sucessões e direito do trabalho,
cujo valor não exceda os 15 mil euros.
Os
Julgados de Paz são tribunais com características especiais,
competentes para apreciar e decidir, de forma rápida e a custos
reduzidos, ações de natureza cível. Proferem sentenças e os
acordos resultantes da mediação, após homologação pelos Juízes
de Paz, adquirem o mesmo valor das sentenças judiciais.
O título é infeliz. Eu percebo a tentativa de fazer humor, mas a referência ao "juiz decide", remete o comum dos leitores para um tribunal de brincadeira, o que os Julgados de Paz não são. Aliás, a própria explicação que o António dá no corpo da publicação, clarifica o que são, para que servem e qual o valor legal das decisões proferidas, equivalentes a decisões judiciais dos tribunais judiciais. Apesar do valor informativo, o título influencia, e este não foi o mais feliz.
O título é infeliz. Eu percebo a tentativa de fazer humor, mas a referência ao "juiz decide", remete o comum dos leitores para um tribunal de brincadeira, o que os Julgados de Paz não são.
ResponderEliminarAliás, a própria explicação que o António dá no corpo da publicação, clarifica o que são, para que servem e qual o valor legal das decisões proferidas, equivalentes a decisões judiciais dos tribunais judiciais.
Apesar do valor informativo, o título influencia, e este não foi o mais feliz.