Arguido que abusou de enteados enquanto companheira dava à luz na maternidade de Coimbra está agora a ser julgado
Os dois irmãos, uma menina à data com sete anos e um menino de seis, estavam entregues aos cuidados do padrasto quando ocorreram os abusos sexuais. Os crimes mais graves a que o homem, de 33 anos, sujeitou a enteada ocorreram quando a companheira se encontrava na maternidade para o parto da filha de ambos.
Pode-se ler no Correio da Manhã online de hoje que, segundo a acusação, os abusos ocorreram no início de abril de 2020. O arguido, que agora está a ser julgado no Tribunal de Coimbra, aliciou a criança com a promessa de a deixar jogar na sua consola de vídeo jogos.
Durante o período em que a mãe esteve internada para dar à luz, a menina foi vítima de abuso sexual pelo menos em dois momentos distintos. Numa das ocasiões chegou a ser penetrada e na outra obrigada a fazer sexo oral ao arguido.
Já anteriormente a criança e o irmão terão sido vítimas de outros atos de cariz sexual por parte do arguido. Tais abusos situaram-se entre final de 2019 e início de abril de 2020, durante um fim de semana em que a companheira se encontrava a trabalhar e os dois irmãos tinham ficado em casa com o padrasto.
O suspeito é acusado de despir os dois menores da cintura para baixo, tendo ele também tirado a roupa para exibir o pénis...
(Ilustração nossa / Extrato de notícia que pode ler completa na edição do Correio da Manhã online de hoje)
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1 comentário:
No "Palhetas", notícias da/ou sobre a Figueira da Foz (ou Região) são sempre oportunas, até porque o Flórido nos habituou ao longo dos anos a mostrar e alertar para o que está mal e a elogiar o que está, ou foi, bem feito. O seu espírito é sempre o de criticar para melhorar.
Neste caso - que lamentavelmente ocorre um pouco por todo o Mundo e para o qual a Justiça nem sempre age com a celeridade necessária para tirar a maçã podre do cesto antes de contaminar as que lhes estão mais próximas - poderia ter omitido detalhes que em nada valorizam o dever de informar. A notícia em si já é suficientemente repugnante.
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