segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Novo placard junto ao Parque das Gaivotas fica bem à vista das pessoas nos passeios e dos carros na estrada >> e evoca saudades da roda que não volta que - a par das letras de "Figueira da Foz para todos" na esplanada - davam vivacidade à zona!

Na manhã desta segunda-feira parece que um determinado “alívio” se fazia sentir na Avenida de Espanha até parte da Avenida 25 de Abril que tiveram essa propalada e inusitada decisão de passar o fim de semana “condicionadas”!

Isto com o intuito de, no dizer de quem teve a ideia, de “disponibilizar cada vez mais espaço para os passeios e caminhadas...” - Então com tanto espaço nos passeios largos para peões, e uma ótima ciclovia, era preciso fechar as estradas!?

Outro argumento foi o de se dever “às enormes velocidades com que circulam veículos vários”. Ou seja, por causa de dois ou três prevaricadores, “castiga-se” toda a cidade? E privam-se as centenas de pessoas que nos visitam ao fim de semana, com a expectativa de passar nestas referidas avenidas para ir à praia, de poder ver a abrangência do areal, do mar, da serra!?...
Mas voltemos ao novo placard, apontado precisamente para quem vem de carro na Avenida de Espanha (parece uma “contradição” que não rima com “condicionamentos”...) o qual aparenta evocar saudades da estrutura da roda gigante que tombou nos finais de janeiro deste ano devido à depressão Kristin, pois ainda aparece na foto apresentada no dito!

O que, aliado ao desaparecimento das letras situadas numa estrutura metálica na esplanada Silva Guimarães também devido a ventos fortes ocorridos em março de 2025, põe fim a uma dupla que marcou positivamente esta zona da cidade, com inúmeros pessoas sozinhas ou em grupo a tirarem fotos junto a estas letras e a publicarem nas redes sociais, o que divulgava incisivamente a cidade por todo o mundo! E depois viravam-se para o largo horizonte da foz do Mondego e tiravam mais fotos, tendo como ornamento extra a roda gigante... que à noite e iluminada era um espetáculo!

Uma altura em que esta zona da Figueira da Foz era mais bonita e bem mais animada.

4 comentários:

Anónimo disse...

Ah! As letras.
A fixação com as letras é curiosa.
Fixemo-nos em acordar a câmara para o estado em que a cidade está, sem que nada seja feito.
Isso é que era de valor.
O figueirense gosta do acessório, da minhoquice, e gosta de aparecer na tv ou na boca dos políticos que vão à tv.
Somos mesmo provincianos.
Podíamos ser bairristas, mas isso dá muito trabalho.

Mtp disse...

Concordo com o comentário já postado!!!

Anónimo disse...

Há bairros e ruas na cidade, que estão deixados ao abandono no que respeita a limpeza e estado geral das vias e dos espaços verdes, e a câmara não mexe um pau.
A culpa também é dos moradores que nada fazem quando vêm carros nos espaços verdes, nos passeios e até na entrada dos prédios.
Esperam sempre que haja um voluntário que arrisque ser cepo das marradas, exercendo o protesto por todos.
A Figueira não está bem para quem cá vive.
O Santana vive cá temporariamente.
Ele irá, nós ficamos.

Anónimo disse...

As letras incomodavam? Não entendo. As letras, os edifícios, as estátuas … tudo é memória coletiva. Recordo o acto miserável do desaparecimento das letras do Grande Hotel (nunca ouvi da câmara uma palavra de reprovação) e chamo a atenção (sempre) para a degradação do edifício O Ninho. O telhado já abriu um rombo e continuamos à espera de Godot. A memória colectiva são as letras e as pessoas. Não basta ir uma vez por ano fazer discursos na praça 8 de maio. Actuem!

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