Em 20 páginas o Tribunal de Relação do Porto invoca a Bíblia, o Código Penal de 1886 e até civilizações que punem o adultério com pena de morte para justificar suspensão de marido que agrediu, e de amante de mulher que sequestrou, a mulher adúltera… =Notícia completa de Jornal de Notícias AQUI=
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