domingo, 19 de abril de 2026

Retomadas obras no Porto da Figueira da Foz visando melhoria das acessibilidades no canal de navegação - Doca Bacalhoeiros e no cais acostável

A empreitada de melhoria das acessibilidades marítimas do Porto da Figueira da Foz foi retomada na passada semana, após estarem reunidas as condições necessárias para o reinício dos trabalhos no terreno.

A retoma surge na sequência de um parecer favorável da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que, através de comunicação oficial, autorizou o reinício condicionado e progressivo da obra.

Na fase agora retomada, a intervenção incide em três frentes principais. No canal de navegação, estão previstos trabalhos de quebramento de rocha e dragagens e na Doca dos Bacalhoeiros será realizado o desmonte de enrocamento do molhe poente.

Já ao nível do cais acostável, numa extensão total de 530 metros que abrange o Terminal de Granéis Sólidos e o Terminal de Carga Geral, serão executadas dragagens, instalação de estacas metálicas, construção da estrutura do tabuleiro, bem como a instalação de equipamentos e infraestruturas hidráulicas e elétricas.
A conclusão da empreitada está atualmente prevista para outubro deste ano, podendo este prazo ser ajustado no âmbito do desenvolvimento do projeto.

7 comentários:

Anónimo disse...

Este assunto é uma embrulhada completa. Avanços, recuos, suspensões, críticas, amuos, disse que não disse, etc. No fim, Figueira a perder, esse é que é o resultado. Procura de outros portos por parte das empresas, menos facturação e menos emprego. E o sonho dos barcos de turismo fica para a calendas.

Anónimo disse...

Cabotiiiiino!

Anónimo disse...

Uma obra estruturante para a frente de mar dos negócios da Figueira. Para todos que vivem do mar. Que avance, finalmente.

Anónimo disse...

Algum figueirense não fica satisfeito com o avanço desta obra? Não entendi uma reaccao aqui escrita. O porto dá emprego directo e indirecto a muita gente e um porto com condições pode trazer mais riqueza. Desejo que o Presidente tenha força política para não deixar parar este projecto.

Anónimo disse...

Absolutamente.
Se têm pago aos pescadores da lampreia para não a pescarem, com meia-dúzia de euros tinham desbloqueado a questão e a obra estaria feita ou quase.
Eu apoio. Todos os Figueirenses deviam apoiar? Não sei. Em bom rigor, beneficia mais uns do que outros, e basta ver a aflição do primo Mariano. Há mais questões destas na Figueira, em que se vende o produto como uma mais-valia transversal a todos, mas que no fim beneficia uns quantos, mas tem custos comuns.
Mais uma vez, apoio a obra mesmo não tendo ligação ao porto ou a quem lá está.
Outros saberão porque apoiam ou não.

Anónimo disse...

“Custos comuns”, uma verdade inultrapassável e que se constata. Há gordos a continuarem a inchar e para os pequenos ficam as promessas e o carnaval na tv.

Anónimo disse...

Se o turismo fosse uma mais-valia universal, a cidade estava toda arranjada, os munícipes pagavam menos de IRS e IMI.
Não o sendo, como não o é, para ser "financiado", tem de se espremer as taxas, taxinhas e impostos, e sonegar algumas das medidas exponenciadoras da qualidade de vida dos locais.
Ja deviam estar habituados.

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