terça-feira, 31 de julho de 2012

Oásis da Figueira da Foz – Abriu a caça ao pato!?

“-O Oásis do extenso areal da Figueira da Foz é um dos locais mais exóticos da cidade. Embora abandonado pela autarquia que não promove o seu potencial turístico, rentabilizando aquele investimento, constitui habitat para várias espécies vegetais mais comuns nas zonas desérticas, como o caso de palmeiras, assim como algumas espécies animais que se poderão observar ocasionalmente e outras que a habitam o ano inteiro, como é caso do pato-real. É uma oportunidade única para turistas e estudantes da região poderem observar esta fauna em estado semi-selvagem, muito embora esta possibilidade esteja claramente sub aproveitada.
Nos últimos meses, para divertimento de uns e para preocupação de outros, os patos-real que habitam o lago construído naquele espaço têm fugido para a via pública e muitas vezes atrevem-se a passar a avenida, constituindo um perigo não só para as suas vidas como também para os automobilistas. Um grupo de cidadãos mais preocupados tentou identificar as causas desse fenómeno e ao mesmo tempo encontrar soluções para o problema. Segundo algumas entidades oficiais e especialistas na matéria este facto ocorre não por falta de alimento, como de início se pensava, mas porque a área é profícua para as imensas ratazanas que também aparecem no local, especialmente durante a noite e que são naturais predadores dos ovos dos patos que se vêm assim impedidos de nidificarem. Portanto, torna-se urgente tomar medidas, como por exemplo uma desratização, no sentido de evitar consequências ainda mais drásticas ao nível do micro ecossistema que representa o Oásis, do turismo pela má imagem da cidade que esta situação transmite, assim como ao nível da saúde pública.
Segundo se pode apurar é consensual a opinião da Junta de Freguesia que há muito tempo se vem debatendo pela manutenção deste espaço, o que poderia ter prevenido este grave problema. No entanto, a Câmara Municipal tem-se mantido incompreensivelmente passiva e apenas se regista uma assinalável preocupação por parte do Sr. vereador Miguel Almeida que tem acompanhado de perto este caso específico do pato-real, prometendo levá-lo à apreciação do executivo."
(Enviado pelo nosso leitor C.R.)

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Informação zero!

"-A zona da cidade junto à esplanada e mercado provisório parece um estaleiro, o quanto não vale haver eleições para o ano que vem... mas pergunto: não seria importante, para além dos anúncios às empresas que estão a fazer as obras, colocar um placard informativo do que vai ali surgir? Não seria uma forma de o explicar aos poucos turistas que nos visitam e "aguçar-lhes o apetite" para voltarem para verem o resultado? E também aos figueirenses que também são gente!!?" (Facebook, de MRM)

Circulação alterada!

Perigo!

Junto ao Teimoso, já na estrada que vai dar ao Cabo Mondego, há umas escadas que dão acesso a uns lavadouros (à esquerda na foto) ali existentes e também à praia. Local muito movimentado, mormente agora no verão, é também um perigo ali passar, já que o terreno (junto às canas) está a esboroar-se e o chão inclinado…
Cuidado!!

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Bodyboards figueirenses salvaram três crianças e um adulto junto ao molhe norte!

“As crianças estavam a ser arrastadas pelo mar e empurradas contra as pedras. Bastava mais uns segundos para ser uma tragédia." Os momentos dramáticos vividos anteontem na praia da Figueira da Foz são recordados por João Traveira, porta-voz de um grupo de praticantes de bodyboard que salvou três crianças – uma menina e dois meninos, entre os seis e os nove anos – de morrerem afogadas.
A mãe de uma delas também foi arrastada pela corrente quando se atirou ao mar para as tentar salvar mas foi resgatada pela Polícia Marítima. "Se não estivéssemos ali naquele momento, eram quatro mortes", conta João Traveira, empresário de 33 anos.
O grupo de 11 amigos estava "a surfar" próximo do molhe norte quando foi alertado pela sirene da Policia Marítima que fiscalizava a zona. Ao aperceberem-se de que eram crianças que estavam a ser arrastadas pela forte corrente e atiradas contra as rochas, temeram o pior: "Naquele local perigoso sabíamos que era uma questão de segundos." Nem precisaram de falar. Avançaram para a zona onde as crianças e a mãe, aos gritos, em pânico, se debatiam com a força das ondas. "A preocupação era mantê-los vivos", conta.
O desafio seguinte era vencer a corrente com eles ao colo e levá-los para terra firme: "Não foi fácil. Mesmo com pé, não conseguíamos progredir." João Traveira acredita que se não fossem os 11 "estaríamos a lamentar quatro mortes".
Enquanto venciam a corrente, uma lancha da PM resgatava a mulher, de 42 anos. Segundo Rui Amado, comandante da Polícia Marítima, a mulher apresentava princípio de hipotermia e foi levada ao hospital, tal como duas crianças com escoriações.
As vítimas faziam parte de um grupo de amigos que reside em Coimbra e foi passar o dia à praia. No areal, estavam casais com os respetivos filhos. Enquanto as mulheres estavam na praia com as crianças, os homens encontravam-se no molhe a pescar, "virados para o lado oposto" da zona onde se viveram os momentos dramáticos. Nem sequer se aperceberam do que aconteceu. "Só quando tudo acabou e já estávamos na praia é que deram conta", diz João Traveira, que elogia o sangue-frio que, apesar de tudo, as crianças revelaram.
(O grupo dos 11: João Traveira, Pedro Rodrigues, Marco Espada, Rui Ferreira, Danny Lucas, Tiago Felício, Rui Mateus, Joao Panhó, Fabio Laureano, João Serpa e André Mateus).
(In "Correio da Manhã / Título nosso)

quinta-feira, 26 de julho de 2012

A Raínha das Praias de Portugal: -Aqui aínda era!

Sinais dos tempos...

Na rua Fernandes Coelho com a Casa Mortuária à vista está há um sinal derrubado há semanas; No muro junto à Casa Mortuária está um sinal derrubado há meses; mas junto ao Tribunal e antes do sinal de proibição, resolveram o problema: retiraram de lá um sinal que estava caído há vários dias e assim ninguém pode dizer está ali um sinal derrubado!
Inteligentes!

terça-feira, 24 de julho de 2012

Pombas a mais e gaivotas ‘assassinas’

Perante queixas de munícipes de várias zonas da cidade que alegam muita sujidade, e varandas e estendais a servirem de conspurcados abrigos, a autarquia vai tomar medidas. O envenenamento seria a mais barata mas é cruel e poderia criar riscos colaterais. A alimentação com produtos químicos que inviabilizam os ovos é cara. Assim, pode-se muito bem voltar a aplicar “medidas antigas”, que passam por construir ‘casotas’ no horto municipal para as pombas e, depois, retirar-lhe os ovos!
Quem não se lembra das antigas ‘casotas’ adequados para as pombas situadas no jardim!? Há uns anos atrás alguns funcionários camarários, de manhazinha, acediam a estas e retiravam os ovos postos pelas pombas! A coisa resultava! Simples e eficaz!
Mas, e segundo o jornal “As Beiras”, de onde compilámos partes desta notícia, a maior preocupação são as gaivotas pois a luta pela comida está a torná-las agressivas, já se tendo visto mesmo gaivotas a matar e a devorar pombos! Neste caso, a ação deverá passar por lhes fornecer comida na periferia, afastando-as do centro da cidade.

Se não é do cu é das calças!...

domingo, 22 de julho de 2012

"Raisparta" da máquina!!

Aos poucos e poucos o pavilhão que alberga, provisoriamente, o mercado municipal, no apelidado ‘parque das gaivotas’, foi ficando composto até se tornar aceitável para o prazo de um ano, espaço de tempo previsto para a requalificação do seu espaço original.
Mas é pena que algumas coisas ainda não estejam a contento.
Uma ânsia quer dos comerciantes quer dos utentes era a colocação de uma caixa multibanco. E viva (!), foi colocada uma há cerca de 10 dias atrás! Mas… (e porque é que nestas coisas há sempre um “mas”!?) destes dez dias só deve ter funcionado aí uns dois!... É que das cerca de 15.000 máquinas multibanco existentes em Portugal, colocaram logo ali uma avariada!! Constantemente avariada, apesar de um técnico das mesmas já ali se ter deslocado mais de uma vez, segundo nos contaram! Ele arranjava, mas mal virava as costas, o ‘raisparta’ do multibanco avariava outra vez!
E assim continua, para lamento dos comerciantes que vendem menos, e de quem tem que levantar mesmo dinheiro para compras, e que para o fazer tem que ir até ao Bairro Novo, o sítio mais perto!

VOKSEN SKOLES MUSIKKORPS, de Oslo

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Um século depois

Figueira da Foz - Atenção às alterações de trânsito

Devido à Intervenção de Regeneração Urbana que se vai efetuar na zona do Forte de Santa Catarina e Porto de Recreio, irão haver várias alterações ao trânsito em algumas vias daquela zona da cidade já a partir da próxima 2ª feira dia 23 de julho. A saber:
Avenida de Espanha:
Trânsito interdito entre o acesso ao edifício da Administração do Porto da Figueira da Foz e o acesso ao parque de estacionamento e instalações provisórias do Mercado Municipal;
Rua Engenheiro Silva:
Na zona confinante com a obra, trânsito efetuado nos dois sentidos e proibição de estacionamento e paragem de viaturas;
Rua da Liberdade:
No seu final, tanto se poderá virar à direita para Buarcos, como até agora se fazia, como também para a esquerda, no sentido da baixa da Figueira da Foz;
Avenida 25 de Abril:
Trânsito nos dois sentidos no espaço confinante com a obra com proibição de estacionamento e paragem de viaturas;
Conselhos: A quem não se queira dirigir especificamente a esta zona, aconselha-se a optar por outros circuitos. Fica garantido o acesso ao Mercado Municipal e ao apelidado “parque de estacionamento” das gaivotas.

sábado, 14 de julho de 2012

O Bom, o Mau e o Vilão

1) O Bom foi a colocação de letras indicando que ali é mesmo o local (provisório) do mercado municipal.
2) O Mau foi a incompreensível ‘pressa’ em vedar-se o acesso ao Forte de Sta. Catarina agora em plena época estival! Se as obras vão decorrer em várias zonas envolventes do forte, porquê fechar-se já esta zona logo agora em época alta em que o estacionamento seria mais útil!? Aliás, já a fecharam há cerca de 3 semanas e ainda não se vislumbram máquinas nem obras por ali!! Porquê impedir-se a visita do Forte aos turistas!? Não se podia esperar por setembro!? O quê, vêm-nos agora dizer que “são os prazos”!? Então mas “os prazos” apareceram agora urgentemente e de repente!? Ou é para mostrar aos turistas que na Figueira “obra-se”, ou seja, que há obras!?
3) O Vilão é o traço contínuo que acompanha aquele troço da avenida de Espanha. Para os automobilistas que por ali vão, vindos da baixa, com a intenção de virar para a direita para ir para o mercado provisório, não o poderão fazer por força do Código da Estrada… traço contínuo não se pode ultrapassar! Sabemos que está para breve a alteração do trânsito naquela zona devido às obras, mas até essa alteração não haverá quem ‘transforme’ o traço contínuo num traço descontínuo, para que os automobilistas não entrem, constantemente, em contravenção!?

Comp’lidl’cado!

Quem acede ao Lidl de Buarcos, nota uma contradição preocupante: a passadeira para peões coincide com o único acesso automóvel ao espaço comercial.
Para evitar ´atropelamentos’, aconselha-se uma revisão a esta anómala situação!

Férias!? Não esqueça o essencial!

O PALHETAS NA FOZ Jornal Online
sempre consigo no seu computador!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

A Figueira saiu da moda!...

Nos tempos de Aguiar de Carvalho a Figueira da Foz ‘andava’ na moda:
Paredes limpas, ruas lavadas várias vezes nos meses de verão, passeios sem as sujidades dos cães.
Nos tempos de Santana Lopes a Figueira da Foz ‘estava’ na moda:
Animação nas noites cálidas de julho e agosto no bairro novo e esplanada; Eventos mensais que traziam milhares de visitantes à cidade com os usufrutos daqui decorrentes; Dotação da cidade de infraestruturas modenas e adequadas.
Nos tempos de Duarte Silva a Figueira da Foz ‘manteve’ a moda:
Não havia dinheiro para mais mas a limpeza continuava; não haviam ideias mas mantinha-se o que vinha de trás; Não se construía mas cuidava-se do que já tinha sido construído.
Nos tempos de João Ataíde a Figueira da Foz ‘saiu’ da moda:
Não se limpam as sujidades dos cães dos passeios; as paredes estão conspurcadas de nojentos ‘posters’ autocolantes; Animação e eventos que nem se pense nisso; Dar avanço a pedidos de licenciamentos camarários… tá quieto (as queixas redobraram-se nos últimos meses, firmas desesperam por licenças para abrir, construções estão paradas por demora de…anos, e etc, etc…); Agora a última moda é não se podarem as árvores e as sebes da cidade. As pessoas, nalguns sítios, têm que andar abaixadas… ainda mais daquilo que já andam!
É a moda “new look” 2009/2013!

terça-feira, 10 de julho de 2012

Sardinha – A escandalosa manipulação da ‘matança’!

Há anos em que a sardinha fica boa para consumir, a “pingar-no-pão”, bem tarde. Noutros anos fica boa bem cedo.
Por exemplo, no ano passado a sardinha assada só ficou boa muito tarde, já a meio de agosto! E como os entendidos dizem que, quanto mais frio for o inverno, mais saborosa fica e também mais cedo fica pronta a consumir, terá sido por isto que este ano ficou boa bem cedo, logo nos fins de maio!
Mas como no ano passado só ficou boa mais tarde, também mais tarde, e muita, foi congelada, para poder ser consumida durante o inverno. A chamada ‘sardinha da matança’! Mas, lá está, como o inverno foi muito frio, a “sardinha da matança” quase que não se vendeu… e a somar ao tal facto de a sardinha deste ano ter ficado boa mais cedo, muita ‘sardinha da matança’ estava em armazém sem compradores interessados…
Foi assim que se entrou em junho ouvindo-se dizer por aí (peixeiras, fornecedores, restaurantes) que a sardinha do ano era pouca. E muito cara! Que só havia da tal ´sardinha da matança’! Que conveniente!
Preço da sardinha no inicio de junho: a fresca a 17 euros o quilo, a da matança a 2,50 € o quilo!
Assim se passaram as diversas festas da sardinha junto à costa atlântica, mais as festas dos santos populares e arraiais, a consumir sardinha do ano passado!
Mas subitamente, e agora que entrámos em julho e já passaram a maioria das festas, e também que, por coincidência(!), a ‘sardinha da matança’ finalmente se escoou, eis que afinal há sardinha da fresca com mais assiduidade e a um preço que desceu bruscamente dos 17 € para os 2.60 €!
-Ele-há-cá-cada-coisa!
(Texto compilado das declarações prestadas pelo proprietário de um restaurante figueirense, A.C.)
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Entretanto, e ouvindo outras vozes, foi-nos confirmado que há mesmo pouca sardinha em toda a costa portuguesa e, por isso mesmo, já tem faltado um dia ou outro, mesmo agora em julho.
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O que é certo (opinião nossa) é que este ano há por aí grossa “sardinhada” à volta da sardinha!

Carros desaparecem, ‘mazelas’ aparecem!


Quando não há automóveis estacionados na rua dr. Francisco António Diniz… aparecem os buracos que eles encobriam!
Uma situação em que até achamos que a câmara da Figueira pagaria de bom grado os parquímetros para os carros não saírem de lá!

Cavalariças são para cavalos! Óh égua!!

Manuel Silvestre, mais conhecido por sr. Sintra, completou mais uma miniatura: Depois do Palácio Sotto Mayor, terminou esta semana o edifício das cavalariças!
Para ver a apreciada obra completa do artista, clicar na foto »»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

domingo, 8 de julho de 2012

Mercado provisório: corredores atafulhados provocam quedas!

O mercado provisório, localizado até junho de 2013 (dizem ‘eles’) no apelidado “parque de estacionamento das gaivotas”, não tem desagradado os comerciantes. Afirmam, satisfeitos, que “para provisório e durante um ano” não está mal.
Já os utentes também não o achando nada mal, acham-no pequeno, apertado. Mas meus amigos, tenham lá paciência! Afinal nada se faz sem uns ‘senões’!
No entanto, têm razão numa coisa: Os corredores são bem mais apertados do que no antigo mercado. Assim, não se compreende que alguns comerciantes coloquem “na parte de fora”, portanto em plenos corredores, as suas batatas, alfaces, fruta, e outros produtos, isto apesar de terem espaço por debaixo das suas bancas! Mormente às 5ªs e 6ªs feiras, dias de maior movimento, uma senhora com um carrinho não consegue passar nalguns sítios, e então quando se tentam cruzar duas no mesmo ponto… não dá. Uma tem que vir para trás!
Há cerca de 10 dias fizemos chegar o nosso protesto aos vigilantes do mercado, cujas situações relatadas se passam mesmo em frente ao seu cubículo. E demos-lhes conta do tropeção e aparatosa queda de uma idosa por ter tropeçado numa grade de batatas situada em pleno corredor (que só não teve sequências mais graves por ter sido amparada no último momento por outra senhora também já de avançada idade)! Mas nesta última 6ª feira a situação mantinha-se! Nalguns corredores a situação ainda era pior!
Ora bolas, assim não dá! Assim, é mesmo afastar as pessoas de ali irem mais vezes!

sábado, 7 de julho de 2012

3 em 1

Quem desce os degraus esburacados, depara-se com uma ‘passadeira para peões invisível para dar com as paredes do tribunal a precisarem de ser tratadas.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Casamento entre mulheres na Figueira da Foz – O primeiro!

O primeiro casamento entre duas mulheres realizou-se ontem na Figueira da Foz. Mayra Cavalcanti e Patrícia Silva deram oficialmente o “nó” na Conservatória do Registo Civil.
Radiantes, no final da cerimónia as recém-casadas falaram com o DIÁRIO AS BEIRAS e explicaram que a decisão do casamento foi pensada há alguns anos. “Decidimos que queríamos casar no Brasil (de onde são naturais), mas viemos para Portugal, neste caso para a Figueira da Foz, há mais de um ano e resolvemos casar aqui”, refere Mayra Cavalcanti.
Por outro lado, Patrícia Silva confessa que já foi casada. “Tive uma relação com um homem. Foi por causa do olhar do povo. Até tentei, mas chegou uma altura em que disse: chega de ser infeliz”, relata.
(Jornal ‘As Beiras’, com a devida vénia. Versão completa na edição impressa do jornal.)

Contra o queixume e a lamúria (de alguma restauração figueirense)

"-Tenho aqui referido, em tom fortemente crítico, que entendo mal, melhor, não entendo sequer uma tendência que se arrasta há anos de as autarquias se substituírem à chamada sociedade civil e organizarem eventos vários que são próprios das associações, dos clubes, dos grupos de cidadãos, dos cidadãos em geral.
Por isso recentemente critiquei aqui uma organização desportiva da autarquia em concorrência com idêntica organização de um clube local.
Por isso venho criticando aqui o facto de as autarquias serem as melhores clientes dos Carreiras, das Ágatas, das Mónicas Sintras, dos Toys…
Por isso também não posso alinhar aqui com o coro das críticas de alguma restauração figueirense ao facto de a autarquia ter prolongado por um dia, pela noite de S. João, a Feira das Freguesias, a pedido das juntas respetivas.
Por isso ainda menos entendo a crítica que também fazem à organização da Festa da Sardinha no Coliseu Figueirense.
Sejamos claros!
É meu entendimento que as autarquias devem apoiar, incentivar, criar as condições para que os clubes desportivos promovam a atividade desportiva, para que as associações culturais promovam a criação artística, desenvolvam atividades de natureza cultural em geral, para que as associações recreativas promovam iniciativas de natureza recreativa, nomeadamente, espetáculos musicais ou outros, etc, etc, etc.
É meu entendimento por fim que as entidades privadas da restauração local em vez do queixume e lamúria permanentes deviam gastar as suas energias na organização de iniciativas próprias de captação de clientelas, nomeadamente na criação de um produto de referência, de uma marca local de referência e de qualidade que atraia e traga gentes (comensais) à Figueira da Foz.
Sejamos outra vez claros: na noite de S. João estive num restaurante figueirense que não tinha na ementa o tradicional caldo verde e o peixe mais parecido com a sardinha (inexistente) era a picanha…ah! e os preços subiram nessa noite 2,50 euros!
Está tudo dito. É pois meu entendimento que a restauração local mais do que o bota-abaixismo permanente e inconsequente deveria pugnar pela qualidade, pela fixação de um produto atrativo e de referência e estudar formas de se associar aos eventos locais como a Feira das Freguesias ou a Festa da Sardinha."
(Retirado, com a devida vénia, do jornal O Figueirense de 29 de junho, do editorial do diretor Joaquim Gil)

Quem vai ser o próximo presidente da câmara da Figueira?

Este jornal lançou hoje um novo inquérito, que decorrerá durante os meses de julho e agosto, com a seguinte pergunta:
“-Se as eleições para a Câmara da Figueira da Foz fossem agora, e os candidatos os que se seguem, em quem votaria?”
Quatro hipóteses de resposta: João Ataíde (PS); Miguel Almeida (PSD); Daniel Santos (Fig. 100%); Outro (…).
Vote aqui ao lado na coluna dos 'links', na página INQUÉRITOS do PALHETAS na FOZ, ou então CLIQUE AQUI! A sua opinião é importante para se saber qual a tendência dos eleitores figueirenses.

terça-feira, 3 de julho de 2012

PT = Perigo total

Fizeram-nos chegar o protesto por as escadas que dão acesso à Portugal Telecom, junto ao jardim, não terem um corrimão, central ou mesmo lateral, para servir de apoio e ajuda aos muitos idosos que ali demandam.
A fotografia demonstra bem a 'nudez' das citadas escadas.

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