Não se pintam nem lugares de estacionamento, nem ‘passadeiras’ para peões, nem se avivam sinalizações no chão que estão ‘invisíveis’… mas pintam-se uns traços no alcatrão da Figueira da Foz a que depois chamam “ciclovias” (que são aqueles sítios onde é raro ver-se alguém a “cicloviar”).
Mas até aqui ainda “se-podia-fechar-os-olhos” não fosse dar-se o caso de muitas dessas intensas pinturas estarem em locais que, ou retiram locais de estacionamento, ou “apertam” estradas ou, ainda, afunilam acessos, dificultando cada vez mais o trânsito na cidade que já não é nada ‘famoso’!
Refirem-se quatro incompreensíveis exemplos:
2) A ciclovia que vem desde sensivelmente o cemitério de Buarcos e que termina em frente ao restaurante Tamargueira e que ninguém sabe para onde segue!
3) Junto a rotundas, onde desembocavam duas filas de carros, agora só desemboca uma fila!
4) E o consequente apertar da via em algumas estradas da cidade que só prejudicam os automobilistas!
E pelo “andar da carruagem” parece que se avizinham mais (desagradáveis) surpresas!
(Texto compilado de emails enviados pelos leitores A.Osoa e R.Tavares. Fotos de R.Tavares)



