“Aproximação da cidade à orla marítima” e propostas de “reaproveitamento do areal” são algumas das marcas do projeto do Atelier de Arquitetura RVDM, de Aveiro, vencedor do Concurso Público Internacional de Ideias para a requalificação e reordenamento da praia e frente de mar da Figueira da Foz e Buarcos numa extensão de dois quilómetros, lançado pelo município em 2011 e que recebeu 65 trabalhos, a maioria de arquitetos portugueses.
“A grande marca do projeto é a ideia da praia poder constituir-se como um segundo parque da cidade, que possa ser usufruído pelos veraneantes”.
A proposta inclui uma piscina junto ao molhe norte, um espaço multiusos ao ar livre para espetáculos ou pequenas feiras e a reorganização da rede viária na zona de Buarcos, permitindo uma “reformulação total” do jardim em frente ao teatro Caras Direitas, “aproximando-o da praia”.
A criação de um pequeno parque de estacionamento na marginal da Figueira da Foz, aproveitando o desnível para o areal, um “jardim de aromas” com vegetação típica da costa portuguesa e um novo arruamento, paralelo à marginal, até meio da avenida do Brasil, são outras das propostas. Não é uma alternativa plena à avenida, é uma via de sentido único que permitirá agilizar cargas e descargas e acessos mais rápidos ao areal, mas feita num tipo de pavimento para reduzir a velocidade de quem ali circula. (Artigo condensado, com a devida vénia, do jornal “As Beiras”)
“A grande marca do projeto é a ideia da praia poder constituir-se como um segundo parque da cidade, que possa ser usufruído pelos veraneantes”.
A proposta inclui uma piscina junto ao molhe norte, um espaço multiusos ao ar livre para espetáculos ou pequenas feiras e a reorganização da rede viária na zona de Buarcos, permitindo uma “reformulação total” do jardim em frente ao teatro Caras Direitas, “aproximando-o da praia”.
A criação de um pequeno parque de estacionamento na marginal da Figueira da Foz, aproveitando o desnível para o areal, um “jardim de aromas” com vegetação típica da costa portuguesa e um novo arruamento, paralelo à marginal, até meio da avenida do Brasil, são outras das propostas. Não é uma alternativa plena à avenida, é uma via de sentido único que permitirá agilizar cargas e descargas e acessos mais rápidos ao areal, mas feita num tipo de pavimento para reduzir a velocidade de quem ali circula. (Artigo condensado, com a devida vénia, do jornal “As Beiras”)


