A necessidade de cada um obriga a várias “ginásticas” na vida, de certeza sem serem do agrado próprio. Apelar à solidariedade pública para uma esmola é banal há séculos, e na nossa cidade acontece a cada canto e recanto. E nada a opor quando essa necessidade é real, o que nem sempre acontece.
No caso do invisual que diariamente pede esmola junto aos semáforos do mercado, fazemos aqui duas observações.
A primeira prende-se com o perigo em que ele, inadvertidamente, se coloca, ao situar-se em plena estrada. Ainda há uma semana o espelho retrovisor de uma camioneta, que estão mais altos, o ia atingido, valendo-lhe a atenção do camionista que parou a tempo.
A segunda, e para a qual a policia já foi avisada há cerca de dois meses (mas tudo continua na mesma) é o facto dele, ao circular em plena estrada, “obrigar” os automobilistas a desviarem-se para a via da direita inopinadamente, podendo provocar acidentes, como o (vá lá que pequeno) toque que testemunhámos no dia 2 de agosto, pelas 11h30.
Solução para evitar males maiores, precisa-se!