“-Abandono total! É uma vergonha receber quem nos visita nestas condições…”
(D. Manuel + fotos);
"-Deplorável, não só a Lagoa e suas margens, como também os acessos e espaços que poderiam ser amenos e de lazer!”
(A. Silva)
Na passada 6ª feira uma senhora de 65 anos residente na cidade queixou-se de uma tentativa de burla por parte de um falso funcionário de uma entidade pública.
No passado sábado a Polícia de Segurança Pública da Figueira da Foz recebeu a denúncia por parte de um funcionário de um estabelecimento público que, num local da zona de São Pedro / Figueira da Foz, existiria um esconderijo feito em papelão, dissimulado entre os arbustos aí existentes. 
“-Querem ir descansar um bocado? É melhor aproveitar agora, pois é o que vamos fazer todos.” Para quem, como nós, tinha acabado de entrar na Gaivota do Mondego, naquela noite já alta de um domingo de junho, a sugestão de Mário Santos parecia estranha.
Mas uma coisa que se aprende rapidamente é que os conselhos de quem anda na pesca há muitos anos são ordens. Sobretudo quando se está prestes a navegar para alto-mar. Obedecemos, claro. Aos 31 anos, o pescador Mário, natural da Praia da Leirosa, tal como 16 dos 18 homens da companha da Gaivota do Mondego, já conta com um terço da vida passado só a bordo desta traineira e sabe bem do que fala…
“-Gostaria aqui de alertar para a sujidade, mau cheiro e consequente falta de limpeza das escadas que dão acesso do prolongamento da rua dr. Calado à Esplanada Silva Guimarães, aquela que já foi (ainda o será!?) a ‘sala de visitas’ da Figueira da Foz.