Há pouco tempo ainda se viam colados nestas paredes alguns panfletos avisando que era proibido colar panfletos. Mas no momento ainda se continuam a ver colados aqueles panfletos que os primeiros panfletos proibiam… (olhem, já me perdi…)
sexta-feira, 29 de junho de 2012
S. João demorado...
"Será que alguém me sabe explicar porque é que as marchas de S.João demoram tanto tempo a passar, especialmente entre uma e outra? E já agora porquê que o fogo é à uma e meia da manhã!? É moda ou é para dar tempo a que as pessoas vejam nas televisões o fogo do Porto e depois vejam o da Figueira da Foz!? Bom, é que isto por este caminho o melhor é atrasar o fogo de artificio um bocadinho mais e lançá-lo à hora do banho santo!..."
(Enviado via email do pelo leitor MRM)
(Enviado via email do pelo leitor MRM)
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Sem graça nenhuma...
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Festas da Cidade da Figueira da Foz em 100 fotos
Paião; 3º lugar: Sport Clube de Lavos, Lavos.
Votação do Júri - Categorias:
Música: Associação Jovem Fresca Coragem; Letra: Associação Jovem Fresca Coragem; Traje: Sociedade Filarmónica Paionense; Decoração de Arcos e Balões: Associação Jovem Fresca Coragem; Marcação: Associação Jovem Fresca Coragem; Cavalinho: Associação Jovem Fresca Coragem.
Marcha do Público (apurada com 721 votos de 1.655): Associação Jovem Fresca Coragem.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Natureza desnaturada!
Dezasseis agrafos foram cravados nesta árvore para afixar o prospeto! Uma curva descendente na proteção da natureza! E vimos outra situação similar numa outra árvore da Praça Nova, o que indicia que há mais por aí! Situações de lamentar que, com certeza, a prestigiada associação anunciante desconhece.
O São João da Figueira nos anos 70… (1)
Artigo publicado no jornal "A Voz da Figueira" nos anos 70 (continua)
(Clicar no artigo para melhor o visualizar)
(Clicar no artigo para melhor o visualizar)
quinta-feira, 21 de junho de 2012
O PALHETAS NA FOZ dá inicio ao verão
terça-feira, 19 de junho de 2012
Arvores sem serem podadas…
…e ervas sem serem arrancadas!
domingo, 17 de junho de 2012
Estado de choque!
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Mais uma situação de visível perigosidade, presumivelmente originada pelo ‘surripianço’ da portinhola deste poste de eletricidade.Este poste fica localizado ao início e do lado esquerdo da rua Calouste Gulbenkian, e os fios até quase que saiem cá para fora...
Com a atenção e rapidez que reconhecemos ter a EDP figueirense para com estes casos, aqui deixamos o alerta.
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sexta-feira, 15 de junho de 2012
Figueirenses acham que ter uma administração portuária de Aveiro e um presidente de Câmara de Coimbra é geradora de conflitos!
O título reflete a ideia amplamente difundida na passada 3ª feira, perante o aparato gerado para a tomada de posse da loja “O Papiro” situada nos terrenos da marina (isto após quatro dias antes ter havido pancadaria na câmara entre feirantes).
Com a devida vénia publicamos aqui alguns textos retirados do Facebook de pessoas conhecedoras e envolvidas no processo, perfeitamente identificadas:
“Os ditos donos do porto da Figueira da Foz, APFF, que são de Aveiro e gostavam de poder ver-se livres de todas as lojas que se encontram na marina para poderem entregar esses espaços aos seus amigos que não são da Figueira da Foz, aproveitaram a obra que a Câmara Municipal vai ali fazer, na qual, um passeio a construir, que colide por um metro (!?) no pavilhão do PAPIRO e assim obrigá-lo a mudar de local.
Para desmontar e montar de novo o pavilhão (fazer sapata, canalizações, fundações, etc) o PAPIRO precisa de gastar cerca de 60.000 euros o que é muito dinheiro!
Como o PAPIRO não tem esse dinheiro, o que é do conhecimento da APFF, com a colaboração do Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz (são muito amigos), vêm os dois dizer que o pavilhão impede a realização da obra (por causa de um metro de passeio!?).
Assim, no passado dia 12 de junho, aproveitando a hora do almoço, com a ajuda da policia marítima arrombaram a porta e entraram, ficando lá dentro até hoje mexendo nos pertences pessoais do PAPIRO, nas ferramentas, equipamentos, documentos, assim como no material dos clientes, tratando o PAPIRO como se fosse um criminoso para a seguir se prepararem para demolir o pavilhão.
Entretanto o PAPIRO já apresentou uma queixa no tribunal, mas enquanto não vem a decisão não pode lá entrar e não pode trabalhar deixando assim a marina da Figueira da Foz de poder dar assistência aos veleiros que por cá passam, que nesta altura do ano são muitos, com o grave prejuízo de imagem para a nossa cidade.” (Publicado no grupo do Facebook “Não deixem tirar o Papiro da Marina” por Miguel Amaral).
Isto é o que faz ter uma Administração Portuária "aveirense" sem nenhuma sensibilidade para as especificidades da nossa Marina. Quem é que agora vai prestar os serviços que o Papiro prestava? Faz sentido esta tomada de posse administrativa no inicio do verão?
Esta história está mal contada..." (Publicado no grupo do Facebook “Não deixem tirar o Papiro da Marina” por Miguel Almeida).
Com a devida vénia publicamos aqui alguns textos retirados do Facebook de pessoas conhecedoras e envolvidas no processo, perfeitamente identificadas:
“Os ditos donos do porto da Figueira da Foz, APFF, que são de Aveiro e gostavam de poder ver-se livres de todas as lojas que se encontram na marina para poderem entregar esses espaços aos seus amigos que não são da Figueira da Foz, aproveitaram a obra que a Câmara Municipal vai ali fazer, na qual, um passeio a construir, que colide por um metro (!?) no pavilhão do PAPIRO e assim obrigá-lo a mudar de local.
Para desmontar e montar de novo o pavilhão (fazer sapata, canalizações, fundações, etc) o PAPIRO precisa de gastar cerca de 60.000 euros o que é muito dinheiro!
Como o PAPIRO não tem esse dinheiro, o que é do conhecimento da APFF, com a colaboração do Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz (são muito amigos), vêm os dois dizer que o pavilhão impede a realização da obra (por causa de um metro de passeio!?).
Assim, no passado dia 12 de junho, aproveitando a hora do almoço, com a ajuda da policia marítima arrombaram a porta e entraram, ficando lá dentro até hoje mexendo nos pertences pessoais do PAPIRO, nas ferramentas, equipamentos, documentos, assim como no material dos clientes, tratando o PAPIRO como se fosse um criminoso para a seguir se prepararem para demolir o pavilhão.
Entretanto o PAPIRO já apresentou uma queixa no tribunal, mas enquanto não vem a decisão não pode lá entrar e não pode trabalhar deixando assim a marina da Figueira da Foz de poder dar assistência aos veleiros que por cá passam, que nesta altura do ano são muitos, com o grave prejuízo de imagem para a nossa cidade.” (Publicado no grupo do Facebook “Não deixem tirar o Papiro da Marina” por Miguel Amaral).
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"Esta história precisa de mais explicações. Se é verdade que a maioria dos concessionários não tem as rendas em dia, porque é que o "Papiro" é único sacrificado?Isto é o que faz ter uma Administração Portuária "aveirense" sem nenhuma sensibilidade para as especificidades da nossa Marina. Quem é que agora vai prestar os serviços que o Papiro prestava? Faz sentido esta tomada de posse administrativa no inicio do verão?
Esta história está mal contada..." (Publicado no grupo do Facebook “Não deixem tirar o Papiro da Marina” por Miguel Almeida).
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Para ver noticia sobre este assunto publicada no jornal “O Figueirense”, bem como o Comunicado da Administração do Porto da Figueira da Foz sobre esta tomada de posse administrativa da Papiro, CLICAR AQUI.quarta-feira, 13 de junho de 2012
Feira das Freguesias - O programa
terça-feira, 12 de junho de 2012
Parem de fechar as avenidas, pá!
Realizou-se mais uma daquelas iniciativas que fazem “parar” a Figueira da Foz! Ainda mais!?... (Interrogar-se-ão alguns!).
Pois é! Os figueirenses já desesperam quando é anunciado uma prova de ciclismo, de automobilismo, de corrida, de aeróbica… pois já sabem que, seja do que for, toca de fechar as avenidas e várias rotundas e estradas da cidade!
Veja-se bem o que se passou no passado fim de semana: À “pala” de uma intitulada “Meia Maratona da Figueira da Foz”, fecharam a avenida 25 de Abril, a avenida do Brasil e a avenida Infante D. Pedro, mais três ou quatro rotundas e dezenas de ruas envolventes! Ou seja, desde o Ténis Clube da Figueira da Foz até à Tamargueira em Buarcos (com ramificações impeditivas para antes e depois destes locais) não se podia circular! Isto durante quase seis horas, entre as 08h30 e as 14h00!
E quem beneficiou com esta prova? Para além da sua comissão organizadora que veio dizer que “foi muito importante para a cidade” (!?) não encontrámos ninguém. Encontrámos foi restaurantes vazios com os proprietários a lamentar a situação, as praias de Buarcos desertas, as avenidas sem gente…
O vereador pelo pelouro do Desporto da Câmara da Figueira que “os objetivos foram alcançados, e que esta ação se inseriu no projeto ‘Cidade Saudável".
Pronto! Alguns ficaram saudavelmente ‘inchados’ por um sucesso em que ninguém reparou, e outros ficaram bem mais ‘tesos’!
(Este artigo foi baseado na opinião do autor deste jornal online, na opinião de três estabelecimentos contactados no percurso da prova, e no resumo de duas opiniões recebidas via email de N.A. e M.A.S.)
Pois é! Os figueirenses já desesperam quando é anunciado uma prova de ciclismo, de automobilismo, de corrida, de aeróbica… pois já sabem que, seja do que for, toca de fechar as avenidas e várias rotundas e estradas da cidade!
Veja-se bem o que se passou no passado fim de semana: À “pala” de uma intitulada “Meia Maratona da Figueira da Foz”, fecharam a avenida 25 de Abril, a avenida do Brasil e a avenida Infante D. Pedro, mais três ou quatro rotundas e dezenas de ruas envolventes! Ou seja, desde o Ténis Clube da Figueira da Foz até à Tamargueira em Buarcos (com ramificações impeditivas para antes e depois destes locais) não se podia circular! Isto durante quase seis horas, entre as 08h30 e as 14h00!
E quem beneficiou com esta prova? Para além da sua comissão organizadora que veio dizer que “foi muito importante para a cidade” (!?) não encontrámos ninguém. Encontrámos foi restaurantes vazios com os proprietários a lamentar a situação, as praias de Buarcos desertas, as avenidas sem gente…
O vereador pelo pelouro do Desporto da Câmara da Figueira que “os objetivos foram alcançados, e que esta ação se inseriu no projeto ‘Cidade Saudável".
Pronto! Alguns ficaram saudavelmente ‘inchados’ por um sucesso em que ninguém reparou, e outros ficaram bem mais ‘tesos’!
(Este artigo foi baseado na opinião do autor deste jornal online, na opinião de três estabelecimentos contactados no percurso da prova, e no resumo de duas opiniões recebidas via email de N.A. e M.A.S.)
Informação importante:
domingo, 10 de junho de 2012
Ginástica com boas vistas!
Esplanada a ficar “au point”!
Para além do castelo eng. Silva estar a ficar pronto pelo menos exteriormente (que é o que interessa no imediato para não passar mais um verão a dar mau aspeto) há a acrescentar o facto dos seus candeeiros públicos de madeira, fácil e constantemente vandalizados, terem sido substituídos por candeeiros de alumínio, que ainda irão receber uma pintura em tons de castanho para continuarem a parecer madeira!
sexta-feira, 8 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Acessos deficientes para deficientes
As escadas do passadiço em madeira que dão acesso ao apelidado ‘parque das gaivotas’ ganharam um maior protagonismo com a abertura do mercado mesmo ali è sua frente. Enquanto antes “estavam bem assim”, agora estão mal por terem (ou continuarem a ter) dois ou três íngremes degraus, não permitindo o acesso facilitado a pessoas com deficiência motor.
Eis o diálogo entre um familiar de uma pessoa nesta situação e um representante da câmara municipal da Figueira da Foz:
“-Então e porque é que não metem ali uma rampa para os deficientes?”
“-Ora, não é preciso! Vão dar a volta!”
“-…pois! O senhor fala assim por não ter nenhum deficiente na família!”
“-…/…”
(Noticia e diálogo comunicada ao nosso jornal por N.A.)
Eis o diálogo entre um familiar de uma pessoa nesta situação e um representante da câmara municipal da Figueira da Foz:
“-Então e porque é que não metem ali uma rampa para os deficientes?”
“-Ora, não é preciso! Vão dar a volta!”
“-…pois! O senhor fala assim por não ter nenhum deficiente na família!”
“-…/…”
(Noticia e diálogo comunicada ao nosso jornal por N.A.)
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Adenda de sábado, 09 de junho, 15h00:
Adenda de sábado, 09 de junho, 15h00:
Os degraus já foram removidos e em seu lugar colocada uma rampa, permitindo, assim, a passagem a pessoas com deficiência motor.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
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