Enviado a Cartas ao Diretor, e com o pedido de publicação, recebemos o seguinte texto
"O que aqui vos trago nada tem a haver com o que habitualmente se escreve por alturas de infortúnio como o presente que nos levou a perder um Amigo.
Faz saber a notícia que alguns vereadores tomaram a palavra aludindo ao espírito brincalhão e jovial do homenageado, aliás, na esteira das palavras amigas e carinhosas que já tinham sido também anteriormente proferidas pela Vereadora e sua responsável máxima de trabalho num outro jornal.
Termina a noticia com a reprodução de declarações proferidas pelo Presidente da CM, as quais - fazendo fé no que vem citado no referido jornal – afirmou a certo momento que “(…) Foi um rapaz que irradiou bem-estar, (…)”-sic- sublinhado meu -. Já não li mais!
Desconheço o grau da relação de amizade mantido entre homenageado e o declarante, mas atrevo-me a vaticinar que não seria de grande intimidade…e ainda que fosse, não se afigura aceitável que um homenageado, seja ele quem for, numa sessão oficial e pública da Câmara Municipal possa ser tratado por “um rapaz”(!?)!
Esqueceu-se o autor desse incidente que diante de si estava um munícipe – figueirense por mérito próprio -, um Senhor merecedor de todo o respeito e consideração!
Não me recordo que esse Presidente da Câmara(dos seus antecessores nem sequer ouso questionar a prática de tais modos) se tenha dirigido, anteriormente, a alguém, tratando-o por “rapaz” em sessão pública no salão nobre dos paços do concelho e espero que tal desventurada experiência não vire moda!
Porque sempre convivi mal com tiques de sobranceria aqui fica o meu desabafo."
Carlos Tenreiro (enviado via e-mail em 15.março.013)
2 comentários:
Não acho ofensiva a frase. Acho é que nestes momentos as emoções ficam mais acesas e podem provocar melindres onde não existem!
A.O.
Não vejo nada ofensivo na frase, se ele tinha um espírito de um rapaz novo e sempre animado, foi até um elogio.
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