Na queda partiu a ‘cana do nariz’ e deitou muito sangue. Estima ter estado inanimada cerca de meia hora, tendo acordado com os fortes miados e lambidelas de aflição do seu gato ‘Zíngaro’ tendo-se aí levantado e apercebido do que lhe tinha acontecido.
Jurando nunca mais comer e deitar-se de seguida, não hesita em afirmar que “-Foi o gato que me salvou. Se não fosse ele, eu não acordava naquele momento e… não sei não!”
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