Quem não tem dúvidas é uma mãe, Paula Freire, que nos contactou dizendo ter uma 'preocupação que não é só dela'.
Ora estes destroços são assustadoramente visíveis nas marés baixas, pois os mastros e componentes ferrugentos afluem à superfície. E acrescenta esta mãe que "são extremamente perigosos pois já houveram pranchas partidas, fatos rasgados, surfistas magoados e até pernas partidas" mas que, e apesar de se saber disto, "nunca ninguém fez rigorosamente nada!"
E termina com duas perguntas: "-Será que as nossas entidades responsáveis estão à espera que aconteça uma desgraça para que algo seja feito? Será assim tão difícil retirar aquela perigosa carcaça velha!?" (Paula Freire)
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