A perda da roda gigante é total >>> não sendo possível qualquer recuperação e a proprietária precisa de ajuda pois não consegue reunir condições para a remover
A microempresa familiar Fernandes Pereira & Filhos proprietária da roda gigante que a tempestade Kristin derrubou no Parque as Gaivotas na Figueira da Foz, não tinha seguro multirriscos ou de cobertura para intempéries “atendendo ao facto de se tratar de um empreendimento não fixo e também devido à especificidade do equipamento em causa”.
Ao que o Diário As Beiras apurou, a empresa pediu ajuda à Câmara Municipal da Figueira da Foz e espera obter apoio do Estado.
Sem seguro e sem meios financeiros próprios para suportar os encargos, a microempresa ainda não reuniu condições para remover os destroços da roda gigante.
“O contrato de organização e exploração do parque [de diversões] terminou a 31 de dezembro de 2025, encontrando-se a empresa a aguardar, com autorização da câmara municipal, uma decisão do executivo camarário relativamente à abertura de um novo concurso público”, anotou Cristina Antunes.
O equipamento de diversões é irrecuperável. A perda da roda gigante é total, não sendo possível qualquer recuperação.
(.../...)
Desde o período pós-covid que a empresa Fernandes Pereira & Filhos, Lda. assumiu a organização/promoção do parque de diversões instalado na Figueira
da Foz, “sendo a existência de uma roda gigante um requisito obrigatório”.
Contactado pelo Diário As Beiras, o vereador Manuel Domingues assegurou que estão a decorrer contactos com a empresa, visando uma solução que permita remover a roda gigante de onde tombou...
(Foto nossa / Extrato compilado de notícia que pode ler completa nas edições impressa e digital de hoje do Diário As Beiras)
CLIQUE EM MENSAGENS ANTIGAS E CONTINUE A LER 'O PALHETAS NA FOZ'
=================================================================
---------------------------------------------------------------------------------------------------
Sem comentários:
Enviar um comentário