Piscina-mar poderá ser alienada - 'Paciência para resolução de impasse criado pela Cultura e Património está a chegar ao fim!'
Santana Lopes alertou que a paciência para a resolução do impasse, criado pela Cultura e Património, está a chegar ao fim.
O presidente da Câmara da Figueira da Foz avançou ontem ao Diário As Beiras que não vai esperar muito mais tempo pela resolução do impasse criado pela tutela da cultura e do património (via Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro) com o indeferimento do projeto de reabilitação da piscina-mar, submetido pela Enatur, inviabilizando a exploração hoteleira.
A empresa e a autarquia assinaram em julho de 2025 um protocolo, tendo como finalidade a concessão do complexo municipal.
“O processo do [complexo da piscina-mar] está complexo. Estamos à espera. Já cá trouxe a ministra [da Cultural, Margarida Balseiro Lopes, em abril]. Tem havido diálogo com o arquiteto e com a Enatur… Estou à espera, mas não posso esperar muito mais”, adiantou Santana Lopes, que falava à margem da sessão de câmara.
Questionado se a solução pode passar pela venda daquele património municipal, caso o problema não seja solucionado dentro do prazo que está disposto a esperar, o autarca respondeu afirmativamente. “Que remédio. Não pode haver milagres”, defendeu Santana Lopes.
Se a venda vier a acontecer, o conjunto de imóveis do complexo da piscina-mar, admitiu o presidente da autarquia figueirense, poderá, “provavelmente”, vir a ser utilizado para fins turísticos e habitação...
(Extratos de publicação que pode ler completa na edição impressa do Diário As Beiras de hoje)
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