Para refletir!
(Foto e título de J. Quaresma no seu mural do Facebook)
Ontem, pouco faltava para as 15h00, foram detidos por elementos da PSP dois indivíduos de 22 e 42 anos, residentes na Figueira da Foz, pelo crime de tráfico de estupefacientes.
Depois de na passada 3ª feira ter havido uma operação de fiscalização entre Pedrogão até à Cova Gala - como aqui noticiámos – ontem foi a vez da sua atividade de fiscalização ter recaído ao longo da costa e para norte da Figueira da Foz até Mira.
A Polícia Marítima da Figueira da Foz desenvolveu esta 3ª feira, entre as 09h00 e as 14h00, uma operação de fiscalização ao longo da costa entre Pedrogão até à Cova Gala – Figueira da Foz, tendo fiscalizado um total de 98 redes majoeiras, 79 em situação legal e 19 em presumível infração. Desta forma, foram levantados 19 autos de contraordenação relacionados com artes sem licença, sinalização e identificação irregular e medidas para além das regulamentares.
As redes de emalhar, denominadas de majoeiras, são redes utilizadas a partir de terra, colocadas na praia durante a baixa-mar, que pescam entre marés. Estas devem estar corretamente identificadas com o número de ‘inscrito marítimo’ ou licença e uma boia de cor vermelha, com pelo menos 20 cm de diâmetro, em cada extremidade. A malhagem mínima autorizada é de 110 mm no miúdo e 500 mm nas alvitanas e não podem ultrapassar os dez metros de comprimento nem os dois metros de altura. Cada pescador apenas pode operar com um total de oito redes e máximo quatro caçadas. A utilização destas redes só é permitida entre 1 de outubro e 30 de abril de cada ano, com exceção dos sábados, domingos e feriados.
Os moradores de uma casa em Vais, Figueira da Foz, ficaram sem acesso rodoviário à habitação. Uma decisão judicial sentenciou a destruição de parte da estrada e ordenou a reposição de um caminho em terra batida que existia nos anos 80.
Militares do Subdestacamento de Controlo Costeiro da Figueira da Foz apreenderam ontem, dia 9 de janeiro, cerca de 10 toneladas de pescado, na Lota da Figueira da Foz.
Celebra-se esta 2ª feira, 09 de janeiro de 2017, o dia de S. Julião, o Santo Padroeiro da cidade da Figueira da Foz.
O navio patrulha Cacine da Marinha Portuguesa (NRP Cacine) efetuou durante os dias de ontem e de hoje ações conjuntas com a Autoridade Marítima local, no âmbito do controlo da atividade da pesca ao largo de Aveiro e Figueira da Foz.
A decisão da autarquia, anunciada pelo seu presidente dr. João Ataíde, já foi saudada por João Aranha, presidente da Federação Portuguesa de Surf, que destaca "o caráter pioneiro da iluminação do Cabedelo no contexto nacional".
Decorrente deste facto, Fernando Matos assume assim o cargo de administrador-delegado da Sociedade Figueira Praia, empresa que detém, a 100%, o Casino Figueira. Refira-se que a Amorim Turismo possui ainda 33% do capital da Sociedade Estoril-Sol (Casinos de Lisboa, Estoril e Póvoa de Varzim), e 25% da Blue&Green Hotels (Casino de Tróia, Tróia Design Hotel, Vilalara Thalassa Resort e The Lake Spa Resort). Licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), mestre em Gestão de Empresas pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e pós-graduado nos Estados Unidos da América, onde se especializou em gestão de casinos, Fernando Matos é uma referência nacional ao nível do negócio ao qual regressou esta segunda-feira.
O arrastão ‘Novomar’ encontrava-se sem propulsão a cerca de sete milhas a Oeste do porto da Figueira da Foz.
O Capitão do Porto da Figueira da Foz coordenou localmente, em articulação com o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa, a operação de assistência e prevenção ao arrastão.