Recordar eterno Freixo de Santo António com mais de 300 anos que passou de árvore a esculturas agora no CAE!
Como indicado no título o conhecido freixo de Santo António tinha (tem!?) mais de 300 anos. Datado do início do século XVIII sabe-se que era anterior à elevação da Figueira da Foz a cidade (1882) e mesmo a vila (1771).Já apresentava algumas debilidades quando em 2018 a tempestade Leslie lhe deu a “estocada” final.
Devido a se encontrar “degradada na raiz, fragilizada na inserção das pernadas e com podridões internas" segundo estudos técnicos especializados, foi abatida a 14 de novembro de 2019 por motivos de debilidade e de segurança pública!
Mas quem já não ouviu expressão “as árvores morrem de pé”!?
Assim, reconhecendo o município que esta árvore era uma referência daquele espaço e da memória coletiva dos figueirenses representando um valor importante na história e no património local, o escultor Paulo Neves, aproveitando a madeira aproveitável do freixo, talhou quatro esculturas reproduzindo e evocando os quatro dos mais estimados Santos da Figueira da Foz: Santo António, São João, São Pedro e São Julião.
Que permanecem, desde 24 de junho de 2020, expostas “ad eternum” no jardim interior do CAE.
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1 comentário:
Muito interessante ideia e excelente trabalho.
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