domingo, 29 de abril de 2012

Começou a guerra!... Um exclusivo d’O PALHETAS NA FOZ:

A “coisa” já se previa: depois da abertura de profundos ‘bunkers’ e da edificação de uma imponente e bélica caserna, eis que hoje mesmo assistimos à chegada do primeiro tanque de guerra.
Recebido por código morse foi-nos garantido que o astuto barão Von ‘Schdmit Athaiíd’ já tinha planos para breve para ali reter e cozinhar os opositores do “Mershandising eng,Silvens”!

Tortos!

NB… ou seja, note bem: O candeeiro da esquerda está torto mas dá luz. O candeeiro da direita não está torto mas não dá luz!

O que levam para a praia! Parece impossível !!

Aqui deixamos o apelo aos banhistas para não levarem os seus cãezinhos para a praia, pois fazem ali as suas necessidades, como se vê ali mesmo no meio do areal…

...ou seja, deixem a moça sair daqui que já se vê…

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sábado, 28 de abril de 2012

Zé Penicheiro » A história e a obra do mago das artes plásticas em Portugal

Para ver,
clicar na foto.
O respetivo ‘link’
ficará permanentemente
disponível
na página
ARTES, ARTISTAS
E EXPOSIÇÕES.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Marítimos em terra...

Um veiculo da Policia Marítima ali estacionado na rua da República... e o que é que tem!? Afinal ali é um sitio onde 'toda a gente' estaciona!
Mas ainda gostávamos de saber o que aconteceria se ali chegasse a Policia de Segurança Pública! Será que a policia multaria a polícia!?

Novidades pela Figueira:

Foi apresentado o programa do dia 1º de maio baseado na exibição de vários grupos e ranchos folclóricos por vários locais da cidade.
Para ver o programa e locais de atuação clique nos dançarinos »»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Abril águas mil

Logo hoje, 25 de abril, dia dos cravas, perdão, dos cravos, em que se ia inaugurar a reposição do coreto no jardim (devido à crise a foto mostra o que se foi possível arranjar!) é que esteve um dia de forte chuvada!
Mas venha vindo, pois esta faz bem mais falta do que aqueles que, por cá, só metem água!

terça-feira, 24 de abril de 2012

Catava... mas já não cata vento!

A propósito da notícia publicada neste jornal no passado dia 17 do corrente sobre a queda (e rápida reposição) do ‘cocuruto’ do farol situado no Forte de Sta. Catarina, recebemos do nosso leitor Francisco Falcão a seguinte missiva via email:
“O Forte de Santa Catarina teve, nas décadas de 60/70, um catavento funcional que tinha um quadrante que indicava a intensidade do vento, e que ficava situado mesmo ao lado do farol. Esse catavento era um artefacto interessante e emblemático, que desapareceu e do qual hoje só resta a base em alvenaria e um troço da haste (ver fotografia). Desconheço se ainda existem algumas partes guardadas que poderiam servir para um restauro exato do aparelho. Seria (será!?) possível hoje restaurar esse catavento?"

Espla (assim não é…) nada! (01)

Não há manutenção na Figueira da Foz para as coisas básicas! Para além do estado deste banco que está no estado que a foto documente, há mais dois ou três a necessitarem de meras e básicas reparações!
Mas sendo fáceis e breves ou difíceis e demoradas, o que é certo é que não se fazem!

Espla (assim não é…) nada! (02)

Mais à frente já nem é de manutenção que se trata, mas sim do perigo que resulta de fios elétricos à mostra!
Por mais que nos tenham informado, há cerca de três meses, que há novos postes previstos para ali serem colocados, o que é certo é que estes continuam a cair e no seu lugar ficam os fios…

domingo, 22 de abril de 2012

Ténis – Courts de Tavarede fechados a cadeado!

“Exmo. Sr. Diretor:
No passado sábado, dia 14 de abril, os 2 campos de ténis de Tavarede, localizados na urbanização Vale de Sampaio, estavam fechados a cadeado, o que já vem sendo “normal” há vários anos! Mas como resido neste empreendimento desta freguesia também há já alguns anos, e como me foi dito ter direito a usufruto dos 2 campos de ténis ali existentes, tentei no passado sábado, dia 14 de abril, pela primeira vez, usufruir de um deles.
Há anos que vejo jogadores, poucos residentes da freguesia, mas nunca vi vandalismo que justifique cadeados. Provavelmente todos os jogadores que por lá vejo têm uma chave, e penso nem serem membros do clube de ténis. Nunca vi vândalos, e também nunca vi ninguém limpar os campos, quem limpa é o vento.
Assim, naquele dia, liguei para o telefone afixado nas grades, pertencente ao Clube de Ténis, dali me respondendo “que os campos eram propriedade deles e que este fim-de-semana estavam reservados exclusivamente para um torneio”. Apresentei a situação de utilidade pública, por assim o entender, e perguntei se os podiam abrir. Foi-me devolvida a resposta “não”.
Ora nos dias 14 e 15 de abril não estiveram jogadores de torneio nem outros nos campos que continuaram fechados! No dia 15 vi um dos responsáveis do Clube de Ténis o qual abordei. Respondeu-me que os campos de ténis lhes pertenciam e que estavam fechados a cadeado pelo clube por existir um torneio de ténis… que ninguém viu durante todo o fim-de-semana!
Mas isto só num campo, o outro continuava fechado!
Chegaram a estar dois jovens ali a jogar, mas sozinhos, sem juízes nem nada! Quando acabaram, outro responsável fechou a porta a cadeado e quando estava para ir embora chegou um cidadão acompanhado do filho, a quem se apressou a perguntar se queria jogar. Os mesmos confirmaram que sim, e de pronto se disponibilizou a abrir de novo o cadeado do campo e a permitir-lhes que jogassem!
Não entendi a lógica nem o rigor com que me foi exposto o contrato de posse dos campos, uma vez que me foi explicado que eram donos e senhores dos campos, por contrato assinado com a CMFF e Junta de Freguesia de Tavarede, e que se quisesse jogar tinha de telefonar para o Clube de Ténis a marcar hora. Também me foi explicado que a junta abre os campos todos os dias às 08h00 horas da manhã e fecha às 19h00 horas, para não vandalizarem os mesmos durante a noite, com exceção dos torneios em que ficam exclusivos para o clube de ténis. Mas o que é certo é que, depois de me explicar que era fim-de-semana exclusivo, de seguida abriu ao primeiro que chegou.
Chega-se à conclusão que era tudo mentira: O torneio, o contrato, e a exclusividade dos cortes de ténis… só os cadeados eram verdade!
Para uma primeira vez em que tentei utilizar um equipamento público na freguesia onde resido, e dos quais me foi garantido ter usufruto, fica a imagem perfeita do abuso de poder instituído!
Incrível!”
(Recebido via email do nosso leitor António M.)

Castelo com zimbório!

Em 01 de novembro de 2010 noticiámos neste jornal a queda do zimbório do cimo do Castelo eng. Silva (imagem pequena inclusa). Hoje mesmo, sensivelmente ano e meio depois, verificámos que está a ser reposto! Se não o mesmo, senão igual, pelo menos está ali a ser colocado o seu substituto!
Ótimo!

Gato de cidade!

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Entretanto relembramos que aqui ao lado, na coluna de 'links', poderá consultar as outras páginas deste jornal com as diversas noticias inerentes aos títulos.
Nas mesmas, pode aceder à página OS INQUÉRITOS DO PALHETAS NA FOZ onde continua a decorrer a pergunta:
"-Concorda com a realização das obras no mercado eng. Silva pelo prazo de um ano?"
Como a sua opinião - para sabermos a sensibilidade dos utentes do mercado - é importante, aceda ao inquérito e vote! Damos quatro hipóteses de resposta.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Serra da Boa Viagem -Emissor incompetente “esborrata” sinal TDT

A nossa leitora Rosalina C. enviou uma reclamação à Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) sobre o recebimento de imagens de televisão esborratadas no Casasl Novo, Quiaios, com os seguintes dizeres:
“-O sinal da TDT na localidade Casal Novo - Quiaios - Figueira da Foz, quando está vento é só "pinturas" isto porque a antena na Serra da Boa Viagem ficou junto à energia eólica!”
Ora, desta instituição, recebeu as duas respostas que divulgamos a seguir:
1ª).”Estamos a analisar cuidadosamente a sua situação. Estamos a examinar os factos que denunciou na sua reclamação sobre a televisão digital terrestre (TDT). Se verificarmos que a PT Comunicações não está a cumprir as suas obrigações no âmbito do título habilitante daquele serviço, tomaremos as medidas adequadas à correção da situação”.
2ª) “Na sequência da reclamação que nos dirigiu sobre televisão digital terrestre (TDT), e após análise dos factos denunciados, vimos pelo presente transmitir-lhe alguns esclarecimentos que entendemos úteis.
Com efeito, foi comprovado por medidas efetuadas por equipa técnica da ANACOM em Buarcos que, efetivamente, o parque eólico existente nas proximidades provoca uma degradação no acesso ao serviço nas instalações cujas antenas exteriores se encontrem orientadas para o emissor da Serra da Boa Viagem.
Nestas circunstâncias, sugere-se que oriente a sua antena de receção exterior para o emissor da Ceira (azimute 95 graus, aproximadamente) por forma a tentar obter uma maior estabilidade do sinal.
Caso não seja possível, ainda assim, aceder ao serviço de TDT com qualidade, estimamos que poderá ter de adaptar a sua instalação de receção para acesso ao serviço de televisão digital através de satélite (DTH).”
Depois da questão posta pela Rosalina C. e da resposta da ANACOM, perguntamos nós:
Afinal se há um comprovado problema por deficiente escolha do local da instalação da antena difusora TDT, porque não o resolvem ao invés de aconselhar as pessoas a “mudarem-se”!?
E quem teve a brilhante ideia de orientar o sinal de um emissor a ‘passar’ por um parque eólico!? Se até os menos conhecedores ‘adivinhavam’ que isso iria fazer interferências, porque não o previram os engenheiros da empresa? E como a grande ‘fatia’ de servidores do sinal se encontra naquela direção, a quem é que servirá o aludido emissor!?

terça-feira, 17 de abril de 2012

Cocuruto caiu!

Com o titulo “Cocuruto em queda” publicámos em 07 de fevereiro de 2011 um alerta para a evidente e presumível queda da “Rosa dos Ventos” do farol do forte de Sta. Catarina (foto pequena inserida).
Ninguém fez nada (claro!!).
Agora, em março de 2012, verificámos que já caiu.
No comments!
.......................................
Adenda de 19 de abril: Fomos ontem alertados para a recolocação do dito "cocuruto". Confirmámos hoje o facto. Louve-se, neste caso, a rapidez!

Foto (quase) inédita!

De vez em quando vemos obras pela cidade “daquelas que interessam”. Que são as coisas “pequenas” como alcatroar estradas, limpar dejectos, lavar ruas… ou como a foto documenta, empedrar passeios!
Mas como muitos figueirenses podem não se lembrar do que isto é, aqui deixamos uma raridade retratada ontem mesmo! Mas que será agradável vermos mais vezes.
Porque senão…

...porque senão ainda chegamos a este estado de coisas!

domingo, 15 de abril de 2012

Mazelas encobertas

Na Praça Velha, mesmo ali defronte do pelourinho, bem que se podia aproveitar um ou outro dia de fim de semana (porque aos dias de semana não dá, o estacionamento automóvel não deixa!) para remendar este pedaço de piso!
Mas pela cidade há mais situações como esta, em que as mazelas só se 'descobrem' ao domingo!

Ou será que a 'aldeia' também já chegou aqui!?

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Vista dos céus!

Abadias... todos os dias!


A vala das Abadias estava "atafulhada"... mas já não está!
Nos dias seguintes as suas bermas ficaram enlameadas... mas já não estão!
A sua relva estava crescida...
mas já foi aparada!


Moral da história: Nas Abadias trabalha-se todos os dias!!

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Entretanto lembramos que até ao fim do mês fazemos uma pergunta aos leitores, aqui ao lado na página OS INQUÉRITOS d'O PALHETAS NA FOZ, com a seguinte pergunta:
"-Concorda com a realização das obras no mercado eng. Silva pelo prazo de um ano?"
Damos quatro hipóteses de resposta. Deixe a sua opinião, importante para se saber o que os utentes do mercado acham.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Um castelo de discordâncias!

Os dois cartazes que estão afixados na rede que envolve as obras que se estão a fazer ‘devagar, devagarinho’ no Castelo eng. Silva, dizem-nos que:
Cartaz nº 1 – Reabilitação do Castelo eng. Silva. Custo total: 296.330,21 euros; Comparticipação do Turismo de Portugal: 219.283,99 euros.
Cartaz nº 2 – Valor da Obra: 229.359,30 euros; Início: setembro de 2011; Prazo de execução: 120 dias.
Sob o signo do nº dois, também deixamos aqui duas perguntas:
1ª) Claro que haverá uma razão lógica, mas porque é que os custos não condizem nos dois cartazes!?
2ª) Se a obra teve inicio em setembro e o prazo é de 120 dias, não deveria já ter terminado em janeiro? Pronto, vá lá em fevereiro!?... Não é por nada, mas como já vamos em abril!...

terça-feira, 10 de abril de 2012

O pavilhão substibruto (1)

Durante o passado fim-de-semana recebemos três “Cartas ao Diretor” versando a feia, escura e 'abrutalhada' estrutura mandada construir por este elenco camarário para albergar os comerciantes do mercado aquando das obras deste, previstas para começar em maio. Aqui deixamos os testemunhos:

1ª carta (recebida via email):
"Será que vamos ser invadidos?
Não julguem que é brincadeira, é capaz de ser verdade.
Segundo se consta, mas sujeito a confirmação, existe a possibilidade de sermos invadidos não sabemos bem por quem, mas uma certeza temos, “ a rapaziada” vem pelo mar.
Vai ser bonito vai! Nós aqui no “bem bom”, e dum momento para o outro temos à entrada da barra a 8º Esquadra Naval do Benim, ou da Eritreia ou mesmo das Ilhas do Coco, para nos invadir.
Mas sosseguem, figueirenses, que a nossa Câmara Municipal já tomou as devidas precauções e, num gesto de prontidão e eficiência militar, de imediato, mandou instalar no Parque das Gaivotas (património local) uma espécie de bunker, não para servir provisoriamente de mercado municipal, mas sim de “centro de operações” na tentativa de travar a dita invasão dos “infiéis”!
Não olhando a despesas pois a situação é grave e a requerer medidas imediatas, a nossa autarquia foi ao mercado do armamento bélico e adquiriu o que de mais moderno se fabrica: “mísseis terra-mar, rockets de longo alcance, bazucas teleguiadas”, etc, etc.
A batalha está ganha!
Como será possível que em pleno século XXI, repleto de toda a informação, o departamento técnico da Câmara Municipal descure certos pormenores que a qualquer um salta à vista!?
Por favor meus senhores:
Implantar um edifício (que certamente irá ter a sua utilidade) com aquela volumetria, ainda por cima com aquela cor de caserna militar, tendo como envolvente a Praia da Claridade e o Forte de Santa Catarina, é mesmo de mau gosto, sem qualquer sentido estético, e prejudicando uma vez mais o nosso turismo local.
Colheu-se informações junto da empresa construtora, e o que garantiram é que o pavilhão com o acabamento exterior em cor clara, não teria acréscimo de custos e, pelo menos, diluía-se na paisagem.
E o que dizer da escuridão interior em dias de céu aberto? Mais despesa, mais consumo de energia.
Qual será então a solução? Fácil.
Após a invasão, oferecermos o edifício às Ilhas do Coco!"
Miguel Amaral
………………...................................................................……..
2ª carta (recebida via email):
"Entendo que as obras de requalificação do mercado eng. Silva deveriam ser feitas sem sair do local. E creio que isso seria possível.
A solução das estruturas provisórias (!?) no parque das gaivotas, com aquele mamarracho de negro a agredir o horizonte visual oceânico e a conspurcar uma zona de turismo (mesmo que provisoriamente) que merecia melhor destino, só prova mais uma vez a falta de sensibilidade de quem está à frente dos destinos da urbe figueirense.
Atrás de um mamarracho, outro mamarracho vem. Tenha-se em atenção o que aconteceu ao local do jardim onde se encontrava o coreto da cidade!"
Zé Foz
……………….........................................................…
3ª carta (recebida via email):
Sr. diretor:
"Já foi dito e com toda a razão que o mamarracho “substibruto” do mercado erigido no estacionamento das gaivotas tira a visibilidade à foz do Mondego.
Mas também numa zona de cor e luz, onde o Verão é sinónimo de alegria e boa disposição, vão ali colocar um mostrengo preto… isto sabendo-se que as cores claras irradiam o calor e que as cores escuras o absorvem, porque colocaram ali materiais escuros!? Para aquecer o pavilhão ‘até-mais-não’!? Para as peixeiras venderem o peixe já cozinhado!?
A culpa é de quem!? Deles!!? Não… é de quem votou neles!"
António Osoa

O pavilhão substibruto (2)

Entretanto fomos alertados durante a tarde de hoje para uma publicação no Facebook, do vereador Miguel Almeida, sobre a mesma estrutura, em que aponta uma solução visando minimizar o “impacto visual muito carregado” e “tornar o local mais fresco”.
A sugestão foi apresentada em reunião de Câmara e acompanhada uma foto-montagem que reproduzimos em seguida:

Inquérito sobre o mercado

Atenção ao inquérito que está a decorrer até ao final do mês, com a seguinte pergunta:
"-Concorda com a realização das obras no mercado eng. Silva pelo prazo de um ano?"
Apresentam-se quatro hipóteses de resposta = Sim; Sim, mas é muito tempo; Não; Não, pois podiam ser realizadas por fases sem sair do local.
Entre na página “Os Inquéritos do Palhetas na Foz” (ou aceda diretamente aqui) e exprima a sua opinião.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Uma espécie de lombriga

"Talvez devesse escrever aqui algo mais a ressaltar a importância extraordinária da vinda do Navio-Escola Sagres à Figueira da Foz.
Creio porém que seria estultícia da minha parte fazê-lo já que a reportagem desta edição (que prosseguirá na próxima, uma vez que a nossa jornalista Andreia Gouveia vai neste momento navegando o oceano Atlântico na Sagres!) diz tudo. Mais, o número de visitantes, 12.075!, diz, definitivamente, tudo!
O que hoje trago a este editorial é porém retirado do cartaz de promoção da vinda da Sagres à Figueira da Foz. Desse cartaz constava o novo emblema, símbolo, eu sei lá, do Município da Figueira da Foz.
Não sei se alguém reparou nele, não sei se alguém identifica aquela espécie de minhoca como o símbolo do município figueirense.
A questão para mim é outra que não a da qualidade artística daquela espécie de lombriga, apreciação sempre subjetiva e, por isso, discutível. A questão a meu ver é da absoluta desnecessidade de um novo emblema do município quando já tínhamos um símbolo da cidade e o caracol (sol?) da FGT que, pela felicidade da representação simbólica, identifica hoje a Figueira da Foz em qualquer parte do mundo, diria eu!
Só que este era da herança de Pedro Santana Lopes e como para uns quantos nele radicam todos os malefícios deste mundo, senão até do outro… então é preciso esconder a obra e abafar o que de relevante teve na sua passagem pela presidência da Câmara Municipal.
E assim se gastou dinheiro (lá está, é nestas pequenas coisas que se vê onde está o gastador…) numa espécie de lombriga que nem um só figueirense identifica como símbolo da sua cidade ou do seu município.
Uma inutilidade como no concurso de ideias para o areal da praia (lá está outra vez quem é, afinal, o gastador…) em que se premiaram uns quantos projetos condenados ao bolor das estantes do arquivo municipal. "
(Editorial do diretor Joaquim Gil do Jornal ‘O Figueirense’ de 05 de abril de 2012)

domingo, 8 de abril de 2012

Intoxicação alimentar por consumo de mexilhão apanhado junto ao demolido Bar Costa

ATENÇÃO!!
Na passada sexta-feira Santa várias pessoas apanharam mexilhão entre as 07h30 e as 10h00. 15 pessoas da mesma família apanharam uma intoxicação alimentar, tendo ido de urgência para o hospital onde estiveram a soro, após nove horas a vomitar e com diarreias.
Ora naquele dia estiveram muitas pessoas a apanhar o mexilhão no mesmo sítio, ou seja, nos penedos situados perto do antigo restaurante bar Costa, em Buarcos. Já no hospital foi-nos dito que já havia mais de 30 pessoas à frente com os mesmos sintomas! E quando saímos, já para lá das quatro da manhã, estavam a entrar mais três!
Ora é de estranhar não haver até hoje nenhuma indicação por parte de quem de direito de contaminação neste local, e até noutros, alertando para a gravidade da situação.
(Recebido via email da nossa leitora C. Domingues)
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HOJE, 3ª FEIRA, DIA 10 DE ABRIL: FINALMENTE A PROIBIÇÃO!!

Noticia do jornal "O Sol":
"A apanha e comercialização de bivalves foi hoje proibida no estuário do rio Mondego e no litoral da Figueira da Foz, informou a Capitania do Porto da cidade.
A interdição, pelo facto de «existir perigo para a saúde pública», abrange todos os bivalves dos diferentes locais de apanha da zona, nos quais foi detectada a dioxina ‘DSP’, refere um edital assinado pelo capitão do Porto da Figueira da Foz, Rui Filipe Amado.
«Determina-se a todos os armadores e apanhadores licenciados para o exercício da pesca alvo que mantenham a suspensão de capturas e de comercialização da espécie interdita, alertando-se também os consumidores para a referida proibição», lê-se ainda no edital.
A decisão baseia-se numa informação hoje comunicada pelo Instituto Nacional dos Recursos Biológicos.
Nos últimos dias, três dezenas de pessoas, incluindo cinco crianças, sofreram intoxicações devido ao consumo de mexilhões apanhados na zona rochosa de Buarcos, concelho da Figueira da Foz, tendo sido assistidas no hospital da cidade".

Buarcos = Feira Medieval

Reportagem fotográfica sobre a Feira Medieval realizada neste fim de semana em Buarcos, que contou com a presença de milhares de pessoas, muita alegria e animação a rodos!
Clicar na foto para aceder à reportagem. »»»»»»»»»»»»»»»

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