domingo, 14 de maio de 2017

Pó de vidro levada pelo vento polui ruas da baixa da cidade

“-Se passar na Avenida Saraiva de Carvalho poderá ver, no Porto Comercial, as matérias que se encontram regularmente descarregadas, sem qualquer proteção, expostas a ventos e chuvas. 
Essas matérias são variadíssimas mas, sobretudo, de pó de casco de vidro (breve pesquisa nossa pela Net revela que esta pode causar tosse, catarro nos pulmões e garganta, e afetar a pele causando vermelhidão e comichão, e consta mesmo da lista de resíduos com a atribuição de perigosidade da União Europeia) que, com o vento, espalham-se muito, vendo-se nuvens desses materiais a ser levadas... nas casa em frente esses pós entram por todas as frestas, as plantas ficam contaminadas, móveis, pavimentos com pó... este que é levado até às ruas Vasco da Gama, Afonso de Albuquerque e outras nas imediações! 
É evidente que esses pós, que voam com o vento, não são diários. Variam das descargas ao longo do mês. Penso que em qualquer país civilizado aquela exposição aos elementos da natureza, no meio de uma cidade, não seriam admissíveis sem um mínimo de proteção. 
Não afirmo que a saúde pública esteja a ser ignorada em favor do lucro público… mas lá que parece, lá isso parece! A juntar a isto há o barulho das camionetas, guindastes e outras maquinarias, durante o dia, e fora de horas, e o fumo que sai das chaminés de alguns barcos, pretíssimo, visivelmente poluente... 
Mas a maior preocupação dos moradores é mesmo a poeira de vidro espalhada… é que deverá fazer mesmo muito mal à saúde de quem os respira por esta imposta normalidade!"
(Texto compilado de missiva enviado pelo nosso leitor Manuel Moura)

1 comentário:

Espaço Chi disse...

Pois… isto é um verdadeiro problema, com o qual ninguém se importa, que parece apenas incomodar a quem o “sente na pele”.
Neste espaço, onde trabalho, somos muitas vezes obrigados a ter portas e janelas fechadas, por causa do pó gerado pelas descargas do Porto da Figueira, que se infiltram por todo o lado.
O pó depositado vê-se a olho nú. Involuntariamente respiramos este pó que me parece fazer mal á saúde!
Mas bom, como em tudo, é sempre melhor continuar a vida como se nada fosse, até que o problema nos toque

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