Pelo menos até agora as obras de manutenção e de substituição do varandim em toda a extensão da esplanada Silva Guimarães têm seguido sem paragens!
Uma boa iniciativa e bem necessária, não só pelo aspeto visual como também, o que é muito importante, pelo reforço da estrutura que está a ser realizada. |
Parte do varandim ainda não intervencionado
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Isto para já não falar das duas ou três pessoas que estão com máscara para não haver o risco de contaminação das outras 30 que não as têm! Exemplar! (Foto de autor que desconhecemos mas partilhada na passada 6ª feira por vários utilizadores na rede social Facebook)
Escreveu-nos a nossa leitora Albertina Duarte dando conta de uma situação desconfortante.
Informa que reside na Rua José Bracourt nº 4 (à qual se acede a partir da Avenida do Brasil - na foto a casa à esquerda) e que ao lado do prédio existe um estacionamento onde se encontram colocados contentores de lixo urbano (de cor verde) mesmo debaixo da prumada do edifício! Aquela é uma zona onde existem alguns restaurantes e afins e que depositam o lixo aqui, ocasionando que quando começam a ficar cheios libertam intensos maus cheiros e grande proliferação de moscas e mosquitos que "entram" pelo prédio dentro e incomodam a respiração!
Acrescenta a leitora: "Ora neste estacionamento e um pouco mais acima estão colocados ecopontos (de cor azul). Assim, já solicitei à Câmara Municipal da Figueira da Foz e à Junta de Freguesia de Buarcos e São Julião que transferissem estes mal-cheirosos contentores para junto dos referidos ecopontos, o que foi negado pelos 'técnicos de secretaria' que comunicaram que assim "o problema que afeta o prédio onde resido seria transferido para os munícipes de outro" o que não corresponde de todo à verdade, pois ficariam muito mais afastados de qualquer outro prédio! E mesmo porque, em alternativa, poderia-se equacionar a mudança para junto do espaço ajardinado mais acima!"
Também aquela explicação que "não se mudam os contentores pois o problema seria transferido para outro prédio" é mesmo bacoca, pois reconhece-se que há um problema e que este tem que ficar obrigatoriamente com uns para não ficar com outros! Isto sem se procurar uma solução que resolva o problema a contento de todos!
Mas as sugestões aqui ficam expressas para os que dizem "que se interessam pelos problemas dos munícipes"!
Passam hoje 10 dias (8 de abril) que publicámos neste jornal uma notícia dando conta que um vidrão não era despejado, pelo menos, desde os finais do passado mês de março. E até hoje a situação continua inalterável! (primeira foto)
Claro que as pessoas olham para o depósito cheio, com as garrafas atulhadas e muitas a caírem e obviamente a partirem-se em plena via pública, e até se "assustam"! E vão colocando os vidros no chão, provocando uma situação caricata (na rua Calouste Gulbenkian com o Museu à vista) que a todos envergonha! No início desta semana vimos um camião, mais uma vez, vir recolher o ecoponto dos papéis, situado num dos lados. Entretanto também já foi recolhido, mais de uma vez, o ecoponto dos plásticos. A meio destes dois, o vidrão continua apinhado! Sem ser despejado, ainda que numa destas últimas vezes o funcionário do camião apanhou do chão os vidros e garrafas ali deixadas... ora será isto uma recolha eficiente na Figueira da Foz!?
Mas ligámos esta 6ª feira de novo para os Serviços de Higiene da Câmara Municipal da Figueira da Foz, relatando o problema e a estranheza da situação, e se nos podia ser prestada alguma explicação para a não recolha, específica, deste vidrão! Muito atentamente, a funcionária que nos atendeu disse que "seria difícil por-nos em contacto com alguém", mas que "segunda-feira iria comunicar a quem de direito..."
Então mas agora é assim!? Para despejar vidrões é preciso andar a fazer publicações e a telefonar!? Bem, mas esperemos! Também ainda só passou um mês!...
Um morador até gracejou com a situação: "...pois, a vergonha deste vidrão deve ser já para fazer 'companhia' aos contentores de lixo urbano enterrados no passeio do Museu, um 'lindo' sítio não haja dúvida!..." (segunda foto)!
Desde a tarde de 4ª feira que a circulação rodoviária já se faz nas ruas dos Combatentes da Grande Guerra, da Restauração e Galamba Marques (neste particular entre a rua dos Combatentes e a rua Dr. Santos Rocha). Por sua vez, depois do 'buracão' tapado e piso razoavelmente alisado (mas ainda a faltarem alguns acabamentos finais) foi reaberto ao trânsito esta tarde o troço de estrada entre o jardim e o mercado municipal que liga à Avenida Foz do Mondego! Pelo menos para "dar" para o fim de semana!
Ufa!
Os elementos do Comando-local da Polícia Marítima e da Estação Salva-vidas da Figueira da Foz auxiliaram hoje os tripulantes de uma embarcação de recreio que se encontrava junto à barra da Figueira da Foz com uma entrada de água a bordo devido a uma avaria nos retentores do escape da embarcação.
Durante uma ação de fiscalização foi detetada uma embarcação de recreio em dificuldades devido a uma avaria, com dois tripulantes a bordo, tendo sido ativada para o local uma embarcação da Estação Salva-vidas da Figueira da Foz.
No local, os elementos da Estação Salva-vidas procederam ao reboque da embarcação avariada até à marina por questões de segurança, tendo os elementos da Polícia Marítima acompanhado a ação com recurso a duas motas de água.
Na marina da Figueira da Foz, após as diligências junto do skipper da embarcação, constatou-se que o mesmo tinha a carta de marinheiro caducada, tendo os elementos da Polícia Marítima elaborado o respetivo auto de notícia.
Esta ação foi coordenada pelo Capitão do Porto e pelo Comandante-local da Polícia Marítima da Figueira da Foz.
(Notícia constante da página oficial da Autoridade Marítima Nacional)
O apelidado edifício 'O Trabalho' bem conhecido dos figueirenses, construido entre os anos 80 e 90 do século passado, devoluto há mais de 10 anos e cuja volumetria sempre gerou contestação, vai finalmente entrar em obras de reabilitação! As vedações começaram hoje a ser colocadas e espera-se que os trabalhos se iniciem já em maio. A empreitada global tem um prazo de execução de 16 meses e a nova fachada será construída em 12 meses. O renovado edifício 'O Trabalho' manterá a atual volumetria (16 mil metros quadrados, com duas caves incluídas), ocupará os sete pisos com 37 apartamentos (T0, T1, T2 e T3), dois pisos de escritórios e outros dois para espaços comerciais. O investimento conta com investidores estrangeiros.
No exterior, sobressairão o vidro e estruturas metálicas, que lhe conferirá um “aspeto modernista”.
A praça interior, na zona comercial e escritórios, deverá ser decorada com painéis alusivos à coleção de azulejos de Delft da Casa do Paço e motivos relacionados com a Figueira da Foz...
(Fotos de hoje: em cima a colocação das fundações para a vedação e a maquete de como o edifício vai ficar; fotos seguintes de aspetos do interior = Notas compiladas da edição impressa do Diário As Beiras de hoje, onde pode ler a notícia completa)
Um homem, de 45 anos que atropelou um menor numa passadeira na Figueira da Foz, e agrediu e ameaçou cortar o pescoço aos agentes da PSP, alegou esta quarta-feira no Tribunal de Coimbra que estava alcoolizado e não se lembra de nada.
Os factos ocorreram em janeiro de 2020, sendo o condutor acusado de 14 crimes. Após o atropelamento, o arguido fugiu à PSP e, ao ser detido, agrediu os agentes, ameaçou-os de morte e recusou fazer o teste do álcool. (Ilustração nossa / Notícia de hoje do Correio da Manhã)
Esta terceira e penúltima fase do plano de desconfinamento vai avançar na segunda-feira (19 de abril) na generalidade do país, com exceção feita a 11 concelhos que, pela mais elevada taxa de incidência de novos infetados, não reúnem as condições para avançar. São eles Moura, Odemira, Portimão e Rio Maior com incidência acima dos 240 casos por 100 mil habitantes, e Alandroal, Albufeira, Beja, Carregal do Sal, Figueira da Foz, Marinha Grande e Penela com incidência com mais de 120 casos por 100 mil habitantes.
A nossa cidade estava no limite de 121 casos por 100 mil habitantes que, pelos vistos, ainda não diminuiu, havendo a expectativa que isso aconteça na próxima fase de desconfinamento dentro de 15 dias.
(Saiba tudo sobre esta terceira fase do desconfinamento AQUI)
Mais de 170 elementos envolvidos - Três homens detidos e três outros constituídos arguidos!
A GNR deteve três pessoas com idades compreendidas entre os 27 e os 59 anos, e constituiu arguidas outras três pessoas com idades entre os 43 e os 51 anos, por captura e posse ilegal de meixão, numa operação internacional que envolveu mais de 170 elementos nos concelhos de Figueira da Foz, Montemor-o-Velho e Soure.
Na sequência da operação “LAKE”, da Europol, a GNR realizou 28 buscas - 14 domiciliárias e 14 em embarcações, veículos e anexos - nas quais conseguiu apreender meixão vivo e congelado, diversas artes de pesca e equipamentos para conservação, transporte e comercialização.
Foram apreendidos pela GNR 60 quilos de meixão, 21 redes, três embarcações, um veículo, diversos materiais relacionados com a pesca e a conservação do meixão, 27 telemóveis, nove computadores, duas câmaras, uma carabina, uma arma branca e ainda 1.249 euros em numerário.
A investigação já decorria há um ano, na qual se desenvolvia a captura, posse e comercialização ilegal de meixão. Os militares da GNR chegaram à conclusão de que, após a captura, os suspeitos guardavam o meixão em tanques preparados com oxigenação, controlo de temperatura e refrigeração para conservar a espécie.
Os três homens detidos pela Secção de Proteção da Natureza e Ambiente (SEPNA), do Comando Territorial de Coimbra da GNR, têm idades compreendidas entre os 27 e os 59 anos, já os outros três arguidos, entre os 43 e os 51 anos, também pelo mesmo crime...
(Extrato de notícia compilada de SolSapo.pt que pode ler completa AQUI)
As Festas da Cidade da Figueira da Foz de 2021, que decorrem no mês de junho, continuam condicionadas pela situação pandémica. Mas há várias iniciativas a ter em conta. Segundo o que já tinha sido divulgado em março a cidade volta a receber o 'Figueira Fun Park', um conjunto de estruturas de diversão que engloba o regresso da “roda gigante” que tanto êxito teve o ano passado, esperando-se que até lá nada se altere.
Irá haver o tradicional espetáculo de fogo-de-artifício da noite de São João, de 23 para 24 de junho, que decorrerá ao longo do litoral do concelho desde as praias da Leirosa até Quiaios com seis ou sete pontos de lançamento de pirotecnia em cerca de 19 km em linha reta que iluminará todo o litoral.
A Feira das Freguesias não vai acontecer por dois motivos: porque seria complicado em termos de higiene e segurança face à pandemia e porque não seria justo, numa altura em que a restauração passa por tantos problemas, estar a fazer um evento sustentado em tasquinhas gastronómicas. E também o tradicional desfile de marchas populares nas avenidas 25 de Abril e de Espanha não se irá realizar embora a Câmara Municipal esteja a equacionar desfiles pontuais de marchas que queiram participar em animação de rua.
Por sua vez, a tradicional Festa da Sardinha organizada pela Associação Malta do Viso continua em 'stand-by´. Se até ao fim de abril houver uma ‘luz ao fundo do túnel’ em termos de pandemia, num mês ainda se conseguirá manter a Festa. (Informações compiladas de várias publicações do Diário As Beiras)
A nossa leitora C. Inês enviou-nos um email com a foto (do lado direito) e a sugestão em título. "-Com tantos grafitis e os mais que hão-de escrever, seria uma mais valia estes bancos serem cobertos com azulejo português tradicional!"
Uma boa sugestão por duas boas razões e numa altura adequada. Porque embelezaria o local com artesanato português, porque o 'grafitado', a acontecer, seria facilmente removível... e porque até andam (ou andaram?) recentemente e ali ao lado a arranjar partes do muro da esplanada (primeira foto).
Mas claro que não deverá passar disso mesmo: Uma sugestão! Porque quem sabe são "eles"!
É muito bem capaz de até dar resultado! Quando se quiser "proibir / impedir / inibir" alguém de "circular / andar / passear" de "automóvel' / a pé / de cadeira de rodas", é muito "simples / fácil / e eficaz": Ao invés de colocar sinalização vertical, o melhor é mesmo deitá-los no chão... assim ninguém passa mesmo!
No presente caso, é difícil de perceber os sinais há várias semanas deitados em pleno passeio da rua 5 de Outubro da Figueira da Foz! Dificultando a passagem dos peões e impedindo mesmo deficientes em cadeira de rodas de ali passar!
Não haverá um local nos estaleiros das obras do jardim ali a poucos metros (que é por isso que ali estão) para os arrumar enquanto não são precisos!?
Num passado bem recente o parque de merendas junto ao Miradouro da Bandeira na Serra da Boa Viagem era um local frondoso, aprazível, onde se passavam umas tardes quentes de verão á fresca sombra de árvores verdejantes! Onde as crianças brincavam à vontade e o farnel 'marchava' bem acompanhado das bebidas frescas envolvidas em gelo trazidas de casa. Mas agora aquele agradável recanto da nossa Serra está como a foto inicial mostra: descampado, "careca", sem árvores, sem atrativo, sem 'alma'!
Ainda por cima, e segundo o Diário As Beiras de hoje, foram denunciados pelo município figueirense mais atos de vandalismo nos equipamentos. Sobre este assunto Virgílio Cardoso revelou há poucos dias na sua página do Facebook que "furtaram quase todas as tábuas dos bancos das mesas existentes no parque de merendas junto à Bandeira e, como se não bastasse, vandalizaram também alguns tampos..." (fotos em baixo)
Ao mesmo tempo esta onda de vandalismo ocorreu também na praia onde as "vítimas" são quase sempre os passadiços, derrubados, partidos ou roubados.
A associação ambientalista MilVoz alertou para a morte de centenas de aves nas redes de explorações de aquacultura na Figueira da Foz e criticou "a inação" do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
As redes usadas pelas explorações de aquacultura da Figueira da Foz, para proteger os peixes da predação (especialmente por corvos marinhos), têm levado à morte de "centenas de aves por ano", estima o presidente da associação, Manuel Malva, salientando que não há nenhum estudo sistemático sobre o problema.
A associação divulgou na rede social Facebook imagens de várias aves que ficaram presas nessas redes de nylon, acabando a maioria por morrer.
"Estas redes são tão problemáticas que acabam por vitimar das mais pequenas aves limícolas às grandes aves de rapina, muitas delas com estatuto de conservação desfavorável, como a águia-de-bonelli, o bufo-real, a águia-pesqueira ou a coruja-do-nabal."
(Extrato de notícia compilada do semanário Expresso que pode ler completa AQUI)
Decorrem as obras envolventes previstas na intervenção que está a ser realizada no jardim municipal da Figueira da Foz, e no que diz respeito ao passeio do lado direito de quem sobe esta rua, verifica-se que estas obras terminam na curva precisamente em frente ao museu (em cima, primeira foto) segundo um encarregado nos confirmou no local. Ora não seriam de descurar também algumas intervenções de pormenor no resto da via até ao cruzamento com a rua Fernandes Coelho, como por exemplo este "mal-enjorcado" acesso de garagens, e a árvore logo a seguir sem canteiro e com pedras soltas (em cima, segunda foto)!
E já na zona final da rua António Silva Biscaia está uma árvore com a sua base neste aspeto (foto ao lado).
Situações a ter em conta!
As obras no jardim municipal da Figueira da Foz têm dado que falar por aí, e sido alvo dos mais diversos "bitaites" alguns roçando mesmo o fanatismo. Muito devido, é certo, à deficiente comunicação e ausência de explicações.
Alguma destas explicações foram dadas quase que informalmente há pouco tempo, e referem que "as obras no jardim vão demorar porque as plantações são coisas complexas para serem bem feita (.../...) está a ser retirada terra e a ser colocada 'terra boa' para as novas plantas pois há que lembrar que aquele jardim não é feito na Várzea onde existem metros e metros e metros de terra fértil, aquela era uma praia, era a praia da Fonte... ali foram colocadas terras férteis em cima de areia, é um solo pobre, exaurido, e as fezes das pombas a acidificá-lo! Ou havia ali uma transformação rápida ou amanhã não existia, é um pouco como cultivar no deserto..."
E assim as pessoas já começam a perceber e a aceitar!
Afinal, porque é que não se explicou isto assim ao princípio!? Era muito bem capaz de nem sequer terem aparecido aqueles cartazes que foram pespegados nos arames que delimitam as obras do jardim, há cerca de uma semana! (foto ao lado)
A renovação do jardim continua, assim como as podas que serão adequadas (foto1). Certo é que podem haver exageros, claro. Como aquele que refere o técnico agrícola Luis Breda, ao referir "uma estranha poda feita numa árvore central do jardim (foto 2) de grande porte, que viola as técnicas da poda e ofende a sensatez". Explica que a citada árvore (assim como outras duas ali ao lado, felizmente não podadas ou "ainda" não podadas - foto 3) são de classificação "Nobres" pela sua imponência e beleza destacável, que "vivem" em liberdade e crescem livremente! E qualquer destas sem perigo das suas ramadas caírem.
Por último, há outras situações referente a árvores que mereciam atenção, como uma junto 'Praça Nova' (foto em baixo) a qual apresenta há alguns meses um enorme "buracão" escuro na sua base, aparentando estar podre e seca, até por já não dar folhagem, como é visível até em contraste com as outras de folhagem verde ao lado!
E esta, se cair, até causa estragos!
A SIC realizou ontem uma reportagem sobre a frequência de pessoas nas esplanadas da nossa cidade, onde se pôde verificar que há a distância aconselhável entre as mesas. Talvez por esta sensação de segurança também se viam algumas pessoas sem máscara. (Ver reportagem AQUI). Por sua vez e também esta quinta-feira a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) encerrou quatro estabelecimentos e instaurou 21 processos de contraordenação no seguimento de uma ação de fiscalização a 194 operadores económicos em vários municípios, designada Operação Esplanada Segura.
Em comunicado, a ASAE adiantou que a ação decorreu nos concelhos de Porto, Matosinhos, Chaves, Tarouca, Barcelos, Coimbra, Aveiro, Ílhavo, Mira, Castelo Branco, Figueira da Foz, Viseu, Guarda, Lisboa, Cascais, Oeiras, Évora, Loulé e Olhão.
Os processos instaurados dividiram-se em duas categorias: por "incumprimento da obrigatoriedade do uso de máscaras, incumprimento das regras de ocupação, lotação, permanência, e distanciamento físico nos locais abertos ao público" e por "infrações relacionadas com a atividade económica (licenciamento, livro de reclamações e RAL -- Resolução Alternativa de Litígios)".
As quatro suspensões ocorreram no concelho de Lisboa.
Estão a decorrer obras para a colocação de contentores no passeio junto ao Museu, o que tem gerado profunda indignação de moradores e de utentes do edifício que também alberga a Biblioteca Municipal! Com tanto espaço que há na zona traseira onde até ficavam escondidos, foi logo escolhido este privilegiado sitio, mesmo em frente!
Entretanto o nosso leitor Luís Fidalgo apurou hoje que as obras foram mandadas parar! Diz que "sempre de louvar quando se reconhece o erro e se volta atrás"!
Mas - acrescentou - que com "esta gente" nunca se sabe, e que o melhor é esperar por segunda-feira!
Costuma-se ouvir e é proferido por aí à boca cheia o teor em título. E será verdade? Ou será que é no fim dos mandatos que se aceleram mais algumas obras que foram prometidas antes e se querem logicamente acabadas antes do final desses mandatos para cumprir a palavra dada?
Também se dão início a outras obras nestas alturas... e depois!? Ou será que aí um ano antes de ir às urnas não se podem lançar obras que são necessárias só para não dizerem que é 'politiquice eleitoral'!?
Bem, há de certeza uma boa dose de umas e de outras destas intenções.
Ora, na sequência de uma notícia publicada hoje no Diário As Beiras em que o presidente do município figueirense informa que estão a ser planeadas obras em Quiaios para terem início antes do verão (mas interrompidas na época balnear para não prejudicar os comerciantes) a nossa leitora Rosalina Loureiro publicou no grupo do Facebook "FIGUEIRA da FOZ - Política no Concelho" um texto (que ilustra com duas fotos) do qual extraímos algumas linhas:
"Foi em 2008 que a A17 foi inaugurada e a freguesia de Quiaios teve o privilégio de ter uma saída dessa autoestrada, criando-se a expectativa que isso seria uma mais valia para a zona. No acesso à praia seria criada uma variante alternativa que não passasse por dentro das localidades. Mas já passaram 13 anos e nada!" Continua RL dizendo que "se projetam ciclovias, mas que o acesso a uma praia turística como é a de Quiaios, onde até já existe hotel e um Centro de Estágios ficou na gaveta".
E que "agora em tempo de campanha lá vem os habituais remendos, com um banho de alcatrão, e isto só onde se possa ver pois há locais com acessos esburacados que ficam sempre no esquecimento"!
Outro título: -Porque é que o ecoponto do vidrão não é despejado!? Já na passada semana este vidrão situado na rua Calouste Gulbenkian (esquina com a rua António Silva Biscaia) se mostrava repleto. E de lá até hoje continua tudo na mesma. só que agora com garrafas a caírem e a partirem-se por já não caberem, outras a serem colocadas no chão... e até já houve quem ali responsavelmente colocasse um saco de papelão para servir de depósito extra de garrafas!
Do lado esquerdo e do lado direito deste vidrão situam-se outros dois ecopontos, respetivamente de papel e de plástico, que já foram despejados duas vezes! Mas o do vidrão, não!
Mas o que é que este "lhes" terá feito para não lhe ligarem importância!?
Jorge Coelho, de 66 anos, sentiu-se mal durante a visita a uma habitação na rua da Liberdade, na zona turística do Bairro Novo.
A senhora que estava com ele ligou para o 112 e quando a equipa de socorro chegou ao local pouco antes das 16 horas ele estava em paragem cardiorrespiratória. Foram feitas manobras de reanimação mas não foi possível reverter a situação tendo o óbito sido declarado no local.
O antigo político e ministro socialista nasceu em Mangualde a 17 de julho de 1954. Foi ministro nos dois Governos liderados por António Guterres, entre 1995 e 2001, tendo ocupado os cargos de ministro Adjunto, ministro da Administração Interna e ministro da Presidência e do Equipamento Social.
Demitiu-se em março de 2001, na sequência da queda da ponte de Entre os Rios, assumindo a responsabilidade política pelo desastre.
(Ilustração nossa. Fonte principal de Jornal de Negócios cuja notícia pode ler completo AQUI)
Um incêndio cerca das 17 horas de ontem numa habitação de um bairro social na localidade de Brenha na Figueira da Foz, fez três desalojados, uma mulher e os dois filhos, um de 14 anos e o outro ainda bebé. O incêndio terá começado na lavandaria por causas ainda por apurar, provocando danos não só nesta zona mas também na cozinha onde, devido à combustão, arderam a maior parte dos eletrodomésticos. Também no resto da casa houve prejuízos devido ao rebentamento das canalizações.
Não havia condições para a mulher e os dois filhos pernoitarem na habitação, e hoje os serviços iriam procurar as soluções adequadas. Refira-se que existia seguro para o imóvel, mas não para o recheio.
No local compareceram os Bombeiros Sapadores e Voluntários com 11 elementos e duas viaturas e a GNR de Quiaios.
=Compilação de notícia de Diário de Coimbra de hoje onde pode ler a notícia completa / Ilustração nossa=
Esta 2ª feira à tarde cerca das 17h40 na zona de Buarcos elementos da Policia de Segurança Pública da Figueira da Foz detiveram em flagrante delito um homem de 30 anos pela prática dos crimes de tráfico de estupefaciente, resistência e coação! O suspeito, que já se encontrava referenciado pela PSP por tráfico de droga, ao se aperceber da presença policial colocou-se em fuga numa viatura, tendo sido seguido e intercetado. Mas no momento da abordagem o suspeito adotou uma postura de nervosismo e, num gesto brusco, ligou a ignição da viatura e arrancou, arrastando um dos polícias cerca de três metros, tendo o agente necessidade de se desviar para salvaguardar a sua integridade física.
Mas foi novamente seguido e, durante a fuga atirou pela janela um saco que continha um produto que, após análise, se revelou tratar-se de liamba num total de 41 doses individuais.
Perante os factos foi detido e presente a 1º interrogatório judicial, desconhecendo-se até ao momento que medidas de coação que lhe foram ou que serão aplicadas.
(Compilação de Nota de Imprensa do Comando Distrital da PSP / Ilustração nossa)
Incêndio: Neste domingo à tarde deflagrou um incêndio rural na Cova da Serpe, onde as corporações de bombeiros da Figueira da Foz acorreram, os Voluntários com 18 bombeiros em 5 viaturas. (Fonte: BVFF) Led: Figueira da Foz vai vai mudar para lâmpadas 'led' toda a iluminação pública do concelho, um projeto de 8,4 milhões de euros que deverá estar concluído em 2022. Atualmente a CMFF gasta cerca de 1,3 milhões de euros anuais com o consumo da iluminação pública, que depois do projeto concluído cairá para cerca de 400 mil euros! (CM)
Leituras EDP: Muitos proprietários de estabelecimentos continuam a receber faturas da EDP apesar das suas lojas se encontrarem encerradas devido às medidas de confinamento, devido a terem contratualizado com aquela instituição a opção de pagar uma mensalidade fixa fazendo no fim do ano o acerto de contas. Para apoiar os empresários, o presidente da Câmara da Figueira da Foz comprometeu-se a criar junto da EDP, com o apoio da Associação Comercial e Industrial (ACIFF), uma linha telefónica direta para apoiar os empresários com faturas por pagar. (As Beiras)
Taxas esplanadas: Existe a "intenção" que as esplanadas abertas sejam isentas de taxas, mas “é evidente que terão de ser licenciadas, são coisas diferentes”! (As Beiras)
Obras junto ao mercado: As obras numa conduta junto ao mercado municipal que mantém parte da rua adjacente vedada ao trânsito "estão a decorrer ao maior ritmo, só não correm mais depressa porque está condicionada à maré. Quando a maré sobe a empresa não pode trabalhar. Chuvas intensas também atrasaram. A conduta estava em risco de ceder, de engolir dois, três, quatro carros..." (As Beiras)
Jardim com terra boa / Pombas: Obras no jardim “vão demorar porque as plantações são coisas complexas para serem bem feita (.../...) está a ser retirada terra e a ser colocada terra 'boa' para as novas plantas pois há que lembrar que aquele jardim não é feito na Várzea, onde existem metros e metros e metros de terra fértil, aquela era uma praia, era a praia da Fonte... ali foram colocadas terras férteis em cima de areia, é um solo pobre, exaurido, e as fezes das pombas a acidificá-lo! Ou havia ali uma transformação rápida ou amanhã não existia, é um pouco como cultivar no deserto..." (As Beiras)
Cadeia / Calouste: Quem observa agora a área envolvente nota que a rua da Cadeia vai ter um aspeto diferente, e a rua Calouste Gulbenkian vai ter passeios onde as pessoas podem circular sem estarem a cair nas raízes dos plátanos e há um compromisso da empresa da zona de circulação estar resolvida até junho!” (As Beiras)
Pescadores: Pescadores da faixa litoral norte de Viana do Castelo à Figueira da Foz vão parar a atividade amanhã, 4ª feira, em protesto com a “excessiva fiscalização” de que têm sido alvo, informou hoje a associação Apropesca. (Notícias de Coimbra).
Com a abertura de muitas esplanadas (que não todas) pela Figueira da Foz e Buarcos nesta segunda fase de desconfinamento, e num dia em que S. Pedro ajudou com sol e sem vento nem frio, foi muito agradável ver alguns destes espaços abertos por aí. E respeitando as distâncias e o máximo de 4 pessoas por mesas com o afastamento aconselhado!
Como diz o Nilton no seu mural do Facebook: "-Filhos na escola e esplanadas abertas!? Porra, até devia era ser feriado!"
Não podendo obviamente ir a todas, publicamos fotos de cerca de duas dezenas de esplanadas (algumas retiradas do Facebook) = VER TODAS AQUI.
No decorrer de uma investigação efetuada por polícias da Esquadra de Investigação Criminal da Divisão Policial da Figueira da Foz relacionada com Crime de Tráfico de Estupefacientes, foram detidos dois homens de 45 e 51 anos pela prática do crime em apreço. Os indivíduos foram intercetados em flagrante delito e na posse do seguinte material que foi apreendido: Heroína num total de 605 doses individuais, cocaína num total de 415 doses individuais, haxixe num total de 80 doses individuais, 739 euros em dinheiro, 3 telemóveis, e 1 viatura.
As detenções ocorreram na transata 5ª feira dia 1 de abril por volta das 16h30, e das diligências subsequentes às detenções apurou-se que os detidos promoviam a sua atividade criminal em toda área urbana da cidade.
Os indivíduos foram presentes no dia 3 de abril a primeiro interrogatório judicial, ficando cada um sujeito a 3 apresentações semanais na esquadra da sua residência.
(Compilação de Nota de Imprensa do Comando Distrital da PSP)
Há muitos anos que a vemos a percorrer as ruas da Figueira da Foz e de Buarcos, sempre olhando e seguindo em frente levando consigo e mostrando à saciedade e à sociedade a sua crença e fé em Nosso Senhor, elevando bem alto um Terço e uma Cruz que todos os figueirenses já se habituaram a ver.
A curiosidade levou-nos a interpelá-la, dizendo-lhe que gostaríamos de lhe fazer umas perguntas para publicação, tendo só perguntado: "-Mas não é para dizer mal de mim, pois não!?" Garantimos que não, que o intuito era somente uma breve reportagem.
E num discurso perfeitamente coerente e convicto do que afirmava, Lurdes da Cruz de 76 anos contou-nos então que nasceu em Coimbra, e que tem casa em Buarcos perto da Igreja da Misericórdia de Buarcos (atrevemo-nos a dizer "como não podia deixar de ser") e, nas épocas de verão, percorre as praias não só da Figueira e Buarcos como também as de Aveiro e Mira espalhando sempre "a humilde palavra de Nosso Senhor da nossa Igreja Católica"! Uma intenção que parte de uma palavra quase impercetível que vem expressa por debaixo da cruz branca no cartaz azul que traz sempre consigo: Dozulé!
Dozulé é uma pequena povoação em França a cerca de 220 km a norte de Paris, já perto do Canal da Mancha e onde se conta a história ainda recente (março de 1972) de uma moça ter visto uma grande Cruz no Céu com uma mensagem em que Jesus escreveu as palavras que queria transmitir a nós (ver história completa AQUI). E é para que essa mensagem passe e esse desejo seja cumprido que Lurdes da Cruz transporta e mostra a Cruz!
Domingo de Páscoa coincidiu com o dia antes da segunda fase de desconfinamento, 79 dias dias depois de confinamento obrigatório. Um desconfinamento a conta-gotas que mantém as regras do uso de máscara e do teletrabalho. Mas já abrem esplanadas, museus, ginásios, terminam os 'postigos'... e será bom se também terminarem alguns exageros que ainda acontecem, pois o que não poderá terminar são os cuidados que cada um terá de continuar a ter!
Que, pelos vistos, foi hoje tudo muito bem cumprido nas avenidas de Buarcos e da Figueira, quer tenha sido por inerência de ser domingo de Páscoa, quer pelos cuidados próprios, isto apesar de um dia de agradável sol, sem vento e sem frio!
Este estacionamento automóvel situado em frente ao mercado de Buarcos tem à sua entrada um sinal de Sentido Obrigatório (foto ao lado). Ou seja, um carro entra e estaciona e o proprietário vai à sua vida, ao mercado, às lojas da zona, ou mesmo até à praia.
Mas ao regressar entra no carro e terá sempre tendência a sair por onde entrou, até porque será lógico não se recordar do que viu à entrada... e à saída não encontra nenhum outro sinal que diga que por ali "agora não pode sair" e que tem que dar a volta pela estrada lá por detrás do mercado para o fazer... antes pelo contrário, junto à passadeira para peões encontra-se um poste com sinalização vertical de indicação de lugares como da Serra, Sra da Encarnação, Junta de Freguesia, etc, que induzem em erro porque, se não se pode sair por ali, porque é que estão virados para o parque de estacionamento!?
Ninguém diz que os polícias, quando multam, agem sem razão. Mas que esta saída e a referida sinalização indicativa de lugares é enganadora, lá isso é, tanto que até levou mesmo um jeep da Proteção Civil a involuntariamente 'cair' no engano! (foto em baixo)
Uma situação que fica à consideração dos serviços de Regulamento Municipal de Trânsito, Circulação e Estacionamento da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
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